CAPA - FOLHA DE ROSTO - DEDICATÓRIA - EPÍGRAFE - SUMÁRIO - PREFÁCIO - AGRADECIMENTOS

Ademar do Nascimento OLIVEIRA (A voz da palavra viva, um homem que acredita que a graça e o amor de Deus transformam pessoas - Esta família teve seu mais antigo membro de uma das famílias portuguesas. Dom Pedro de Oliveira foi o iniciante desta tradicional linhagem que constituía o Solar dos Oliveiras, na freguesia de Santa Maria na região dos Arcos de Valdevez, lugar de onde se ramificou por todo Portugal esta nobre família); 


 Adriano LÚCIO de Medeiros (Guerreiro prestativo, seridoense nosso cujo parentesco se aproxima dos DANTAS o que nos remete a figura do importante músico Felinto Lúcio Dantas nascido no Sertão do Seridó, compôs valsas, mazurcas, dobrados e peças sacras. Uma parte do seu repertório está registrada em partituras que se encontram em mãos da família, em arquivo pessoal. Em 1982 gravou depoimento para o programa “Memória viva”, da TV Universitária. Em 1983, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte gravou outras de suas composições em um LP editado naquele ano. Em 1997 teve a música sacra “A quinta novena”, executada em missa na Catedral do Rio de Janeiro, com a presença do Papa João Paulo II. Em 1999, por ocasião das comemorações dos 400 anos da fundação da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, teve sua composição “Estréia”, gravada pelo Quinteto Natal Metais no CD “Nação Potiguar”); 

Aislan Patriota NOGUEIRA (De poucas palavras, olhar enigmático, no dia do combate todos correram, somente ele ficou enfrentando um exército de rebelados e, sem titubear, sustentou o fogo - grande admiração nutro por esse guerreiro. Da sua família 'Nogueira' temos que é um sobrenome toponímico português, tomado da Torre de Nogueira, na freguesia de São João de Nogueira, em terras do Barroso, em Viana do Castelo, ao norte de Portugal); 

 Albertino Kennedy NAZÁRIO da Silva (O sobrenome Nazário é de origem italiana e pertence a uma família que se estabeleceu em São Paulo, em que pese Ronaldo Luís Nazário de Lima, popularmente conhecido como Ronaldo Fenômeno, empresário e ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante, amplamente reconhecido como um dos melhores de todos os tempos ser natural do Estado fluminense, esse patronímico é encontrado em toda toda a região Nordeste, sobretudo no ressaltado Pernambuco, terra do nosso comandante ora agraciado); 


Alexandro GOMES da Silva (Amigo pernambucando do qual me orgulho e nos comunicamos com frequência. Do último contato presencial que tivemos foi na capital do Espírito Santo, quando no concurso para delegado de polícia civil daquele ente. Fugíamos do conteúdo da prova para atualizar sobre o assunto ' FAMÍLIA GOMES', sobretudo a de Picuí, Paraíba, donde germinou parte na Paraíba e parte na sua terra barrista, o pernambucano se vangloria em demasia de sua terra (Estado) detrimento das demais. Mesmo assim, (...), lhe era relatado no café do Shopping da Av. Américo Buaiz, 200 - Enseada do Suá, Vitória - ES: Tomaz Salustino GOMES DE MELO (1890/1963) nasceu em Acari/RN, sendo filho do Cel. Manoel Salustino Gomes de Macêdo e Dona Ananília Regina de Araújo. Primeiro Juiz de Direito indicado para a Comarca de Currais Novos, o ilustre seridoense do Acari, nascido em 06/09/1880, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife. Deputado em primeiro mandato em 1913, destacou-se na Constituinte de 1915, que reformulou a Constituição do Rio Grande do Norte. Também assinou a Constituição de 25 de novembro de 1947, que ressuscitou a figura do Vice-Governador na pessoa do próprio desembargador, eleito juntamente com José Augusto Varela para o período de 31/07/1947 a 31/01/1951. E nessa condição, presidiu o Poder Legislativo - art. 46, II: Ao Vice-Governador compete presidir a Assembleia Legislativa. Empreendedor, na mesma década, decreto do presidente Vargas - Decreto nº 12.772, de 30/06/1943 - autorizou o cidadão Tomaz Salustino Gomes de Melo “a pesquisar, minério de bismuto, scheelita e associados no município de Currais Novos”. Faleceu no dia 30 de junho de 1963, em Natal, e sepultado em Currais Novos."); 


André Cavalcanti GURGEL (Primo bem próximo do Monsenhor Walfredo Dantas Gurgel (1908/1971), filho de Pedro Gurgel do Amaral e Oliveira e Joaquina Dantas Gurgel. Sempre filiado ao PSD foi eleito deputado federal em 1945 e segundo suplente de deputado federal em 1950 chegando a exercer o mandato mediante convocação. Em 1960 foi eleito vice-governador do Rio Grande do Norte na chapa de Aluízio Alves, enfrentando Djalma Marinho, cujos sobrinhos querem reptetir a história no avizinhado ano de 2026. Walfredo renunciou a vice governança após ser eleito senador em 1962. No entanto, em 1965 venceu a eleição de Mariz, tornando-se o 41º governador do RN, na última disputa pelo voto direto que perdurou até 1982. 

 André JACOB da Silva (Mais um holandês entre nós, vou apostando que ele gosta de música clássica européia. A herança holandesa no Brasil é evidente em vários aspectos da cultura e da economia.IOs holandeses deixaram no Brasil a primeira ponte do país, ruas calçadas, saneamento, palácios. Até na linguística falada pelo povo nordestino é visível o legado. Não obstante, Portugal tentou de várias formas 'abafar' a transmissão natural neerlandesa, mas muito coisa exsurge, impossível o barramento de importante cultura). 

 


Antônio Noberto da Silva PESSOA (Guerreiro incansável, disposto e construtor do próprio destino. Leitor assíduo, ler, inclusive livros que não circundam apenas a sua região. Ler, reflete e discute os tópicos conosco. Sempre visitando a história dos Estados que compuseram a Confederação do Equador que foi um movimento revolucionário ocorrido em 1824. Tal movimento se deu inicio no Pernambuco e logo alcançou outras as províncias vizinhas. Outro dia, indagou acerca do Tomás Pereira de Araújo, Presidente da nossa província, a conversa rendeu ...). Veja mais sobre "Confederação do Equador" em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-confederacao-equador.htm 

 


Bruna Priscila da COSTA Silva (Os 'COSTAS' norte-riograndenses assemelham-se à descendência flamenga que é predominantemente neerlandesa, mas também inclui descendentes de imigrantes de outros continentes. A região da Flandres, que hoje corresponde ao norte da Bélgica, fazia parte dos Países Baixos no passado. Falemos um pouco sobre ANTÔNIO DE MEDEIROS COSTA (1918/2006) que nasceu em São Tomé no dia 14/06/1918 e faleceu em Natal no dia 14/05/2006, sendo filho de Silvino da Costa Medeiros e Auta Aurora de Araújo. Irmão de Félix, Perpétua, Raimundo, Sara, José, Cândida, Hermes, Rute e Lourdes. Era neto pela parte do pai de Félix Antônio de Medeiros e Teresa Duquesa Faria de Medeiros; e pelo lado da mãe de Antônio Honorato de Araújo e Cândida das Mercês de Araújo. Para atender ao seu pedido, domingo pela manhã tive a grata satisfação de me sentar à mesa, sob o telhado do alpendre da casa de Seu Hermes Medeiros Costa (*Saco do Olho d’Água/Acari, *28/08/1928), irmão de ANTÔNIO MEDEIROS, mais as presenças de Toinho, esse o caçula dos homens de Seu ANTÔNIO MEDEIROS, e de Dona Dudu (Josefa Aura de Medeiros *Vaca Brava/Acari, 01/09/1927), 


 Bruno NEVES FERREIRA (Neste agradecimento ao chefe Bruno pesa o registro número 497 publicado em 24 de Março de 1759 em que o Tenente Vicente Ferreira Neves e o Tenente Sebastião de Medeiros, moradores na capitania da Parahyba, disseram que a custa de sua fazenda e risco de suas vidas, tinham descoberto sobre a serra da Borborema, sertões, terras devolutas e desaproveitadas, apropriada à criação de gado bovino e como careciam de terras, pretendiam que se lhes concedesse por sesmaria em nome de S.M. três léguas por uma, para ambos, na dita serra denominada de Albino Riacho Olho d'Agua Grande, cujas terras confrontam em muita distância pela parte do nascente com R.R.P.P. da companhia do sitio do Poço. Já pela parte do poente com terras do defunto Izidoro Hortins, pela do norte com às de Antonio de Araújo Frazão e Cosme Dias de Araújo e pela do sul com José da Costa Romeo. Assim sendo, a concessão veio no governo de José Henrique de Carvalho. Pedro Ferreira das Neves casou com Custódia de Amorim Valcácer. Genitor de Apolônia Barbosa de Araújo e outros); 

 Carlos Jorge BEZERRA França (Seridoense possuidor de excelentes carros, nos faltando uma boa oportunidade para comprá-los - Carlos Jorge é ligado por consanguinidade ao Cel. José Bezerra de Araújo Galvão (1844/1926) esposo de Antônia Bertina de Araújo que faleceu em Currais Novos no dia 03 de dezembro de 1893, deixando terras próximos ao Pico do Tororó, onde os ' Bezerra França' tiraram o sustento e educaram seus filhos que prosperam); 

Cassimiro Manoel Cipriano NETO (Colega amigo que não nos deixa no meio da estrada, inclusive, sai de sua rota e rotina para alcançar livros no CATALIVROS situado na Av. Pres. Getúlio Vargas, 86 - Lj 01 - Centro, Campina Grande - PB, 58400-052. O agnome 'NETO' é um elemento do nome que serve para diferenciar pessoas de uma mesma família que têm o mesmo nome. É um elemento facultativo que deve ser inserido após o sobrenome. Alguns exemplos de agnomes são: Filho, Júnior, Neto, Sobrinho, Segundo, Terceiro); 

Cesar Eduardo Rosa de MEDEIROS (Filho de um oficial superior do Exército Brasileiro responsável por planejar e conduzir as ações organizacionais do exército, sendo um cargo que exige experiência. Sendo MEDEIROS, teve a quem puxar, considerando quem em 5 de fevereiro de 1789, por ato assinado pelo Governador e Capitão-general de Pernambuco e Capitanias Anexas, Dom Tomás José de Melo, foi nomeado para ocupar o posto de Sargento-mor das Ordenanças da Vila do Príncipe, o senhor Manoel de Medeiros Rocha, proprietário da fazenda Remédios, no atual município seridoense de Cruzeta. Filho caçula do casal Rodrigo de Medeiros Rocha e Apolônia Barbosa de Araújo. César tem raiz na ribeira do Sabugi e, que curiosamente, por volta de 1771 ou 1772, Manoel de Medeiros Rocha e seus irmãos, adquiriram a fazenda do Riacho de Fora, na ribeira supramencionada. Por eleição o Capitão-mor Manoel de Medeiros Rocha da Vila do Príncipe, foi escolhido membro da Junta Governativa da Capitania do Rio Grande do Norte); Clession Marcelino GOMES (Graduado em Letras, dedicado a estudos literários e científicos, inclusive está confeccionando um livro que aborda suas aventuras no deserto de Atacama com pintadas de psicologia e filosofia que são disciplinas que estudam o ser humano, in casu concreto, os próprios colegas, com diferenças e semelhanças, interpretando os mesmos fatos de maneiras distintas. Tal deserto está localizado na região norte do Chile até a fronteira com o Peru. Com cerca de 1000 km de extensão, é considerado o deserto mais alto do mundo. Lugar perigoso que foi desafiado pelo colega araripinense); 

 Cimário Adriano da SILVA (Didi é um primo legítimo dos 'FERREIRA', cujo olho azul de seu genitor não nega-lhe a origem do povo neerlandês que está ligado à história do Brasil que é repleta de episódios marcantes que moldaram a identidade de seu próprio povo. Marca história do sertão Seridó a Invasão Holandesa, um evento que ocorreu no século XVII e que teve repercussões significativas na região. Ainda por muito a elucidar, uma vez que SILVA nordestino, do olho azul, forte indício da predominância dos ancestrais nóricos. Uma pesquisa inédita e pioneira no Brasil revelou, por meio de mapeamento genético, qual é a origem do DNA cearense); 

  Daniel 

Aristides Andrade de QUEIROZ (O sobrenome QUEIROZ é uma variante do sobrenome QUIRÓS, que tem origem toponímica e indica um vale no Principado de Astúrias, na Espanha. O primeiro documento que menciona o topónimo QUIRÓS é um diploma de doação de Ordoño I, datado de 857, que está no Arquivo da Catedral de Oviedo); 

Daniel Luiz da SILVA (Daniel é membro da família família VALENÇA do Pernambuco que é conhecida por diversos outros membros, incluindo Alceu Valença e os irmãos João Vitor e Raul Valença. Tal sobrenome tem origem no topónimo latino 'valentia, que deriva de valens: valente. Na Espanha, o topónimo é Valencia e França é Valence). Já o sobrenome SILVA tem origem no latim siginifica "selva" ou "floresta". Ele surgiu no Império Romano para designar os habitantes das regiões de matas ou florestas. Segundo um estudo genético feito pela UFMG, no ano 2000, 19% dos nordestinos pesquisados possuíam um marcador genético do cromossomo Y (haplogrupo 2), que é comum na Europa. O fato de este haplogrupo ser mais comum no Nordeste Brasileiro (19%) que em Portugal (13%) fez os pesquisadores levantarem a hipótese de que esse "excesso" poderia ser devido à influência genética dos colonizadores holandeses que estiveram na região, justamente no Século XVII. Contudo, não se sabe quantos holandeses viveram no Brasil ou quantos permaneceram após a retomada do território pelos portugueses, inda mais das quarenta famílias de holandeses que se refugiaram numa grutaa cuja altitude alcança 1010 m lá pelos lados de Triunfo no solo pernambucano. Assim sendo, como o sobrenome SILVA não ratifica a procedência de determinado clã ou região, notadamente por exsurgir raiz de diversos lugares, cremos que o povo oriundo dos Países Baixos, conhecidos informalmente como Holanda, e nação constituinte do Reino dos Países Baixos localizada na Europa ocidental, assim assinando, é sim herdeiro desse. Some ainda ao linguajar do nordestino por ter inúmeros termos linguísticos emprestados do idioma O idioma flamengo, variante da línga neerlandesa); 

David MARQUES de Oliveira (David tem raiz em São Tomé que é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte. Sobre o sobrenome Marques tem origem patronímica, ou seja, está relacionado com a filiação de uma pessoa. Significa "filho de Marco" ou "filho de Marcos"); Deimison Rodrigo ALVES (Homem responsável, compentente e de grande capacidade - grande profissional. O sobrenome Alves é de origem portuguesa e espanhola, abreviando Áves, Alves e Álvares, siginificando 'filho de Álvaro'. Patronímico, ou seja, é formado a partir do "nome do pai". Na maioria dos documentos antigos, o nome Álvares era simplificado para Alvz ou Alz. O sobrenome Alves é comum no Brasil, com 2.264.282 brasileiros com esse nome. Para rastrear a origem de um sobrenome, é possível utilizar sites como Ancestry.com, MyHeritage e FamilySearch, que possuem bancos de dados de registros civis e censos históricos. Deimison é primo de Walter Pereira Alves é um administrador que o atual vice-governador do Rio Grande do Norte desde 1 de janeiro de 2023. Também já foi deputado estadual e deputado federal); 

Dihego da Silva NASCIMENTO (Dos engenhos de Bruxaxá, em 1648, a expedição em busca de recursos minerais de Elias Herckmans, então governador holandês da Paraíba, percorreu a mando de Nassau a região onde hoje se assenta a cidade de Areia sem entretanto nada encontrar. Pouco mais tarde, em meados do século XVII, desbravadores portugueses percorreram a região, tendo um deles, de nome Pedro Bruxaxá, se fixado no local à margem do cruzamento de estradas que eram caminho obrigatório de boiadeiros e comboieiros dos sertões com destino à cidade de Mamanguape e à Capital. Dada a amizade que fez com os nativos, ali construiu um curral e uma hospedaria conhecida como “Pouso do Bruxaxá”. A região foi por muitos anos denominados "Sertão de Bruxaxá". Dihego sabe do que estamos falando); 

Edicley Ferreira de FARIAS Lima (Paraibano com autêntico biotipo dos 'FARIAS" de Serra Negra do Norte. De forma insistente estamos interpelando para que ele indaque ao seu genitor qual o grau de parentesco com Juvenal Lamartine de Faria, dado a semelhança física apresentada. Este, por sua vez, foi presidente do estado potiguar por dois anos e nove meses, sendo destituído com o advento da Revolução de 1930 comandada por Getúlio Vargas, que depôs todos os governadores eleitos na época, inclusive os revolucionários); Edinaldo Joaquim do Nascimento (Natural de São José do Mipibu. Mipibu é uma palavra de origem Tupi que significa surgir subtamente. Em 1630 existia um aldeamento no território, cujo nome era Mopebu, o maior, mais populoso e o principal entre as seis aldeias da Capitania do Rio Grande do Norte. No relatório do bragantino Adriano Wedouche constava que "existiam na capitania cinco ou seis aldeias que reunidas podiam contar de 700 a 750 índios flecheiros e que a principal flecha era chamada de Mopebu". Foi este aldeamento que deu origem ao nome do município. Os primeiros habitantes da região foram índios Tupis, que se localizaram nas proximidades do rio Mipibu, que recebeu esse nome por surgir de repente na famosa Fonte da Bica e percorrer por quatro quilômetros, até desaguar no rio Trairi. Em adiantado processo de organização e sinais de povoação, o aldeamento passou a ser coordenado pelos frades Capuchinhos, no final do século XVII, até o ano de 1762, quando foi instalada a vila de São José do Rio Grande do Norte. Nesse período, com a saída dos Capuchinhos, a coordenação dos destinos da comunidade foi assumida pelos próprios nativos. A criação do município foi através do alvará de 3 de maio de 1758, instalado em 22 de fevereiro de 1762, com procedimento de Vila de São José do Rio Grande, numa homenagem conjunta a São José e ao Príncipe D. José Francisco Xavier. Em 16 de outubro de 1845, a vila de São José do Rio Grande foi elevada a categoria de cidade, passando a se chamar cidade de Mipibu. Passados dez anos a cidade recebeu o nome de São José de Mipibu, numa união entre a religiosidade e o famoso rio que emerge da terra de maneira surpreendente); 

Edjarles TORRES de Lima (Nobre causídico com atuação em São Paulo cuja OAB é registrada na ordem numérica 359393/SP, o qual somos imensamente gratos pelos esclarecimentos numa demanda trabalhista que tirou o nosso sossego por estas bandas. Oportuno falar da família TORRES, revelando Manoel Torres de Araújo que nasceu em Caicó, no dia 15 de fevereiro de 1918. Filho de Paulino Batista Pereira Torres e Maria Marcolina de Oliveira Torres e com nove irmãos. Casou-se em 1942 com a natalense Oscarina de Oliveira Torres, que conheceu em Serra Caiada durante o trabalho como empresário. Dessa união nasceram seis filhos: Ozelita (médica residente em São Paulo), Lígia (médica residente em Natal), Carlos Torres (Galileu) (assessor político), 


Manoel Torres Filho (agropecuarista), Jussara (enfermeira) e Marco Torres); Edvan Apolinário de SANTANA (Reside no solo por onde os nossos antepassados pisaram, no vai e vem pela sobrevivência cotidiana - o território do atual município de Timbaúba pertencia à Capitnia de Itamaracá, doada a Pero Lopes de Souza. Em meados do século XVIII, chegaram, naquelas áreas, habitantes de Tejucupapo, de Goiana e do núcleo habitacional Igarassu. É daqui que vem o Cel. Cipriano Lopes Galvão (1700/1764), irmão de Lázaro Lopes Galvão, Jorge Lopes da Silva, Arcângelo Lopes Galvão, Estêvão Lopes Galvão, Manuel Lopes Galvão e outro. Esposo de Adriana de Holanda e Vasconcelos. Criador de gado. O casal teve seis filhos. São eles: Ana Lins de Pinheiro Teixeira (nascida Lins de Holanda), Cipriano Lopes Galvão, Francisca Xavier de Moura, Manoel Lopes Galvão, João Lopes Galvão e outro. Século XVIII, quando em 1755 veio de lá, para a região do Seridó comprou datas de terra na localidade de Totoró, onde manteve uma fazenda de gado fixando residência até sua morte em 1764. Coronel de Milícias, Primeiro Coronel do Regimento de Cavalaria da Ribeira do Seridó. Assim, Tibaúba, Goaiana era a sua rota); 

Eduardo FERREIRA Aoun (Outro pernambucano de prestígio e consideração aos colegas e amigos. Neste agradecimento trazemos a lume a história dos FERREIRA local, na figura de BASÍLIO FERREIRA DA SILVA que Filho de Vicente Pereira da Silva e de Josefa Ferreira da Silva. Esposo de Isabel Maria da Conceição. Era o pai de Lino Ferreira (1900/1959); Francisco Ferreira; Gentil Ferreira da Silva (1912/1989); Inês Segunda Marçal, a Inês da Ilha lá de Cruzeta; Ana Ferreira que era casada com um descendente do Padre Thomaz Pereira de Araújo (1809 – 1893) e outros. Foi o proprietário da fazenda Garrotes que pertenceu a Félix Araújo no Século XIX. A referida propriedade rural fora adquirida por vinte contos de reis do neto de Félix, Sóter Pereira, depois de Vicente Pereira da Silva receber 'gorda' indenização da União pela desapropriação das terras que compunha a bacia do atual açude de Cruzeta na década de '20', devidamente ajuizada por Joaquim da Virgem, filho de Félix do Garrotes. O casario era de duas águas, telhado alto, alpendre grande alcançando toda a frente. Tinha como anexo um compartimento denominado de ‘casa de farinha’. Da casa temos paredes largas com tijolos de 71cm., portas espaçosas, janelas grandes. Inclusive, numa das janelas contém soleira de madeira o qual abrigava um buraco com o fim de esconder armas, documentos, valores etc. A fazenda ‘Garrotes’ destinou grande abundância e riqueza a BASÍLIO FERREIRA. Nela se criava Polled angus. Raça bovina de origem inglesa, desenvolvida no condado de Angus. Caracteriza-se por grande massa muscular nos quartos posteriores, e carne marmorizada, ou seja, entremeada de feixes, gordurosos que lhe dão apreciável sabor e maciez quando assada. Polled quer dizer mocho. Ademais, quando o nível das águas do açude baixava surgia as vazantes, dando produção larga de frutas, verduras e tubérculos. A colheita abarrotava os armazéns, o alpendre e parte da própria sala. Detalhe curioso do lugar era a existência de um relógio solar, único na região, de madeira e que projetava a sombra. Com quadrante em seis espaços ao cair do meio dia se marcava 12 horas. Faleceu em 1950 e está sepultado no cemitério público da cidade de Acari, Rio Grande do Norte); 

 Eduardo LIRA Nascimento (O sobrenome Lira tem origem na Ilha da Madeira, em Portugal, e a sua descendência no nordeste brasileiro é abordada no livro Liras: o nome e o sangue, uma charada familiar no pernambuco colonial. Desse clã destaque para Augusto Tavares de Lyra que foi governador do RN, ministro da Justiça e Negócios Interiores do governo Afonso Pena e ministro da Viação e Obras Públicas no Governo Venceslau Brás; Deputado e Senador da República. Natural de Macaíba é tio do grande historiador contemporâneo Anderson Tavares de Lyra); 


 Elcio Rômulo VIEIRA (O sobrenome VIEIRA tem origem portuguesa e é o 20º mais comum no Brasil: A primeira pessoa a adotar o nome teria sido Ruy Vieira, um fidalgo minhoto que viveu no século XII e serviu aos reis D. Afonso e D. Sancho II. O nome VIEIRA pode ter origem no latim venaria, que se refere ao concreto, um material resistente como as cascas das conchas. Outra teoria é que o sobrenome surgiu na Galícia, na cidade de Santiago de Compostela, onde as vieiras seriam uma referência ao santo patrono da região. A primeira família VIEIRA a chegar ao Brasil desembarcou em Pernambuco. Uma pessoa importante com o nome VIEIRA no Brasil foi o padre Antônio Vieira, missionário português e representante da arte Barroca. Os sobrenomes foram criados para diferenciar nomes repetidos, um fato comum desde as culturas mais antigas. Os primeiros sobrenomes de que se tem notícia são os patronímicos, que fazem referência ao pai); 

 Eli Ronny SANTOS (Temos aqui um bom gerenciandor financeiro. O sobrenome SANTOS é de origem cristã e é um dos mais comuns na língua portuguesa. Tem origem nos dogmas da Igreja Católica e na ideia da palavra "santo". A origem do sobrenome SANTOS é a seguinte: Na Idade Medieval, cavaleiros ibéricos que nasciam no dia 1º de novembro, Dia de Todos os Santos, recebiam o sobrenome Santos. Durante a Inquisição, cristãos-novos (judeus convertidos ao catolicismo) adotaram o sobrenome para fugir da forca ou da fogueira. O sobrenome SANTOS é comum no Brasil, com 3,9 milhões de pessoas registradas, sendo o terceiro no ranking); 

Elysson Amaral Ramalho (O sobrenome AMARAL tem origem toponímica e deriva da quinta do AMARAL, na zona de Viseu - Portugal. O nome AMARAL também pode ter origem na palavra amara, um tipo de uva preta ácida cultivada na região do Minho, Douro e Beira, em Portugal e é um dos poucos que não possui variantes conhecidas. A grafia do sobrenome é a mesma em Portugal e na Espanha, e em outros países, as pessoas que possuem este sobrenome são descendentes de Portugueses ou Espanhóis. A família AMARAL era considerada de alta linhagem, pois descendia do Rei D. Ramiro II, de Leão. A mãe de D. Ramiro II, Zahara, era uma princesa muçulmana descendente dos Omíadas de Córdoba, parentes do profeta do Islã, Maomé. Um dos primeiros registros encontrados com o nome AMARAL é o de Dom Afonso Hermigues do Amaral, que viveu durante o reinado de D. Sancho II (1209-1248); 

Everson rocha MONTEIRO (ligado por consanguinidade ao major Manoel Mariz Filho que nasceu em 16 de agosto de 1849 em Serra Negra do Norte. Este era filho de Manoel Pereira Mariz e Joanna Maria dos Passos. Ele casou-se com Maria Cândida de Medeiros em 16 de agosto de 1896, em Acari, Rio Grande do Norte, Brasil. Eles tiveram pelo menos 9 filhos e 5 filhas. Ele faleceu em 22 de outubro de 1930, em sua cidade natal, com 81 anos. Mas Everson também é ROCHA, por conseguinte é MEDEIROS, pois o historiador Anderson Tavares de Lyra já alertava que a região do Seridó possuía raízes judaicas, revelando a ligação entre Caetano Dantas Correia e Clara Afonso, de Barcelos, filha de Junca Montezinho e Micol, entre tantos outros ramos ainda mais expressivos. “Os judeus foram nossos avós” diz o exímio pesquisador. Inclusive os caicoenses, assim como Everson, descendentes dos Medeiros do Seridó podem requerer reconhecimento de sua ascendência judaica e obter as cidadanias portuguesa e espanhola, esclarece o historiador); Em 2017 o Dr. Anderson Tavares publicou em seu blog um artigo intitulado “Ancestrais dos irmãos Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de Medeiros Matos, troncos da Família Medeiros do Seridó no Rio Grande do Norte” e deu sequência nas buscas e conseguindo localizar um documento fundamental, provan a ancestralidade judaica dos Medeiros do Seridó. O documento é acessível gratuitamente, através do site da Torre do Tombo); Francisco Cláudio de LIMA (Foi um agente político, eleito para sua função pelo voto direto e secreto da população. Ele trabalhou no Poder Legislativo de Pilões que fica situado na região do Alto Oeste potiguar distante 380 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de aproximadamente 83 km², e sua população no censo de 2010 era de 3 453 habitantes. Muito conversar com ele, bem como ouvir suas análises políticas, isentas de paixões são certeiras); Fabiano RODRIGUES Jota (O sobrenome RODRIGUES tem origem lusitana e significa "filho de Rodrigo". É o quinto sobrenome mais comum no Brasil, com 2.399.459 brasileiros com esse nome); 

Gleydson do Nascimento PASSOS (o sobrenome Passos tem origem religiosa e geográfica, podendo ser atribuída a ambas as origens: pela religião é derivado da invocação de Senhor dos Passos ou Senhor Bom Jesus dos Passos, fazendo referência ao caminhar de Jesus Cristo para o monte Calvário, já pela origem geográfica também pode ter origem geográfica, pois é semelhante ao topónimo Paços, que é comum em Portugal e na Galiza. Paços é o plural de Paço, e é usado para designar as terras que rodeiam um palácio. Para saber mais sobre a origem de um sobrenome, é possível utilizar recursos online como Ancestry.com, MyHeritage e FamilySearch, que possuem bancos de dados com registros civis e censos históricos. O ex governador Juvenal Lamartine de Faria (1874/1956) era filho de Clementino Monteiro de Faria e Paulina Umbelina dos Passos, no lugar do 'LAMARTINE' que é um sobreno criado a partir de então, deveria sim ter subscrito 'PASSOS'); 

Halley FERNANDES Correia (Homem íntegro que resiste aos cargos de chefia, mas na melhor hora será sim o nosso comandante, inda mais porque é descendente do patriarca CAETANDO DANTAS CORREIA , além de lhe correr nas veias o sangue azul dos FERNANDES PIMENTA gente da melhor estirpe que sempre foi comando por onde passa, não importa a época ou geração); Hélio Catarino da SILVA (Aprendi bastante com Catarino, certa vez me falou sobre história rica do bairro das Rocas, Natal, Rio Grande do Norte. Assim, relatou que o bairro foi fundado em 1877 e é um dos mais antigos da cidade. O seu nome deve-se ao facto de ter sido formado por pescadores que trabalhavam no Atol das Rocas. É também conhecido pela sua paixão pelos times de futebol Racing e Palmeiras, e pelas escolas de samba Malandros do Samba e Balanço do Morro. O bairro ficou famoso nos anos 70 pelos seus bares e restaurantes, como a Peixada da Comadre, a Casa da Mãe e a Carne Assada de Seu Lira. O bairro decaiu quando a Ponta Negra se tornou o novo centro turístico da cidade, retirando as Rocas das praias centrais. O jornalista Ciro Pedroza escreveu o livro 'Uma história das Rocas', que reúne histórias e estórias sobre o bairro, lendas urbanas e personagens marcantes. 

 Ivanaldo Alves de Lima Junior porta um sobrenome cuja origem remonta ao contexto da União Ibérica, tratando-se de um apelido de família que se consolidou como patronímico. Alves constitui forma abreviada de Áves, Aves ou Álvares, derivando, em última instância, da expressão “filho de Álvaro”, o que explica sua ampla difusão e o fato de não se vincular, necessariamente, a um único tronco familiar originário. Em razão dessa genealogia aberta e plural, o sobrenome espalhou-se por diferentes regiões e linhagens ao longo do tempo. Assim, caso o chamado “Júnior do jurídico” mantenha alguma ligação histórica ou familiar com Angicos, há probabilidade acentuada de parentesco com o ex-governador potiguar Aluízio Alves, figura central da política norte-rio-grandense do século XX, cuja ascendência se inscreve no mesmo universo onomástico e regional.

 Ivanaldo Barros GARCIA (GARCIA de Sá Antônio, é uma pessoa da Ilha de São Miguel, Açores, que tem um ramo da família no Rio Grande do Norte, em Caicó. O nome Seridó pode ter origem no linguajar dos tapuias, onde "ceri-toh" significa "pouca folhagem e pouca sombra", uma referência às características da região); Izequiel FERNANDES Silva (o sobrenome FERNANDES Pimenta denomina família grande e bem conhecida nos sertões das Capitanias, depois Províncias, da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco que é a terra do polido e incentivador do nosso trabalho, Izequiel. O patriarca português Antônio FERNANDES Pimenta, do Douro, viveu por muitos anos na vila de Mamanguape, na Paraíba, de onde se transferiu, mais tarde, para o Sertão do Panema, Ribeira do Assu, no Rio Grande do Norte. Dessas duas vilas, sua descendência se espalhou. Ativa participação na estrutura política, social e econômica. Associada a tradicionais famílias do sertão pernambucano. De bom alvitre lembrar que o Cel. Ezequiel de Araújo Fernandes FERNANDES (1843/1904) era filho de Cosme Damião FERNANDES (1779/1851) e de Isabel Maria de Araújo Fernandes (1802/1873). Foi Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional da Comarca do Seridó e o primeiro Juiz de Paz. Casou com Tereza Maria Bezerra de Araújo, filha do Cel. Cipriano Bezerra Galvão e Izabel Cândida de Jesus); Igor PINA (Tem origem em Fernão Fernandes, que teve vários filhos, entre eles Lopo Fernandes de Pina e Diogo Fernandes de PINA. Possui a mesma origem do sobrenome Pinheiro. Procedência dos pinários romanos, que se estabeleceram no reino de Aragão, onde fundaram a Vila Pina. D. Fernando Fernandez de PINA, embaixador do reino de Aragão, em 1282, acompanhando a rainha Santa Isabel, passou a Portugal); Jacinta Maria da COSTA (Relevantes serviços tem ao serviço público, grande incentivadora da educação, com total consciência de que podemos vencer pelos estudos. Sobre o sobrenome em tela identificava uma família da nobreza medieval portuguesa do século XIII. O brasão é representado por seis costelas de prata alinhadas em três faixas e dispostas em duas palas, firmadas nos flancos de um escudo vermelho); Algumas famílias angolanas e brasileiras, possuem o sobrenome, mas que na verdade não diz respeito ao, nem descendem do original. São sobrenomes toponímicos referentes à costa marítima); Jaeckson Soares de Oliveira (Apoiador de nosso trabalho acadêmico, homem de desmedida coragem. O sobrenome Soares é um patronímico, ou seja, indica que a pessoa é "filho de" Soeiro. O "es" no final do nome é um sufixo que indica isso. De acordo com o FamilySearch, o sobrenome Soares é encontrado em: Brasil: 75.363 pessoas, Portugal: 16.113 pessoas, Estados Unidos da América: 1.274 pessoas. Para descobrir a origem do sobrenome, pode-se consultar o site do Arquivo Nacional, que possui bancos de dados com documentos sobre a entrada de imigrantes no Brasil); Jailson Miguel da Silva (Zagueirão, que não se deixa levar o drible da vaca, de vez em quando avançando, realizando uns dribles meio esquisisito. Enfim ..., ); Janilson Aurino (Tem estrutura de nome italiano é um amigo prestativo, que não nos deixa faltar material de estudos. Graduado em Letras e Direito, disciplinado e inteligente, merece galgar voos mais altos. Faz por merecer. Assuense, já nos revelou certa vez a origem do nome "Assu", segundo ele é pautado no termo "Taba-açu" (que significa "Aldeia Grande") usado para designar essa parte do território, então região de vida de população autóctone janduís, reunida dentro do grande grupo étnico tapuia. De acordo com as atuais regras de ortografia da língua portuguesa, a grafia correta é Açu, pois prescreve-se o uso da letra "ç" para palavras de origem tupi, bem como não se acentuam oxítonas terminadas em u (a exceção de palavras terminadas com u onde esta vogal encontra-se sozinha na sílaba). Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para Assu. Esse forma, com a grafia correta, é a utilizada pelos órgãos federais, como o IBGE, para se referir ao município. Do mesmo vocábulo vem açuense, que é o natural do município); Jerffeson SOARES da Silva (Outro SOARES, só que advindo de outras terras. Guarabira, Paraíba, cujo topônimo é referenciado por alguns autores como de origem indígena com o significado de "o Berço das Garças Azuis". O tupinólogo paraibano Vanderley de Brito, em seu trabalho Missões na Capitania da Paraíba, defende o significado "pássaro azul" ao invés de "verde", sendo a preferência pelo azul no antropônimo em questão devida principalmente aos usos e costumes. Segundo o autor, erroneamente se atribuiu ao nome da cidade o significado "garças azuis", concluindo que a origem do nome da cidade deriva do termo tupi Guiraobira, que seria o nome do chefe da tribo); João Paulo RIBEIRO de Souza (A história de Guarabira, na Paraíba, começa em 1694, quando foi fundada em terras do Engenho Morgado, propriedade de Duarte Gomes da Silveira, o "Marquês da Copaoba". As primeiras casas construídas deram origem à Vila da Independência, o primeiro nome da cidade. A cidade se tornou influente na região por causa de sua localização e do solo de qualidade. Em 1730, o padre João Milanez construiu a primeira igreja da cidade, a capela de Nossa Senhora da Conceição. Em 1755, José Rodrigues Gonçalves da Costa, que fugiu de Portugal após um terremoto, chegou a Guarabira com sua família e construiu uma capela com a imagem de Nossa Senhora da Luz, que trouxe de Portugal. A Virgem da Luz se tornou a padroeira do município. Guarabira se emancipou em 1887 e se tornou uma cidade. É conhecida como a "Rainha do Brejo" ou "Capital do Brejo". É um centro cultural importante da Paraíba, com teatro, museu, escolas, centro de documentação, fórum, hospitais, e o III Campus Universitário da UEPB. A cidade é famosa por sua culinária e devoção a Frei Damião. O Memorial Frei Damião, localizado em uma das serras que circundam a cidade, é um atrativo turístico nacional); José Carlo de LIMA (Eis o antigão mais querido do sistema. Todos o admiram pela sua capacidade de presteza e solidariedade); José Josias SOBRAL Neto (Mais um MEDEIROS na moita, esse vem de Sebastião de Medeiros Mattos, lá das bandas de Santas Luzia. Acerca do sobrenome SOBRAL podemos aludir que tem origem latina e significa "abundância de sobreiros", uma espécie de árvore que é utilizada para extrair cortiça. Está presente em topônimos compostos, como SOBRAL da Adiça e SOBRAL de Monte Agraço); João Henrique Santos ARÔXA (Temos um 'cabra bom', como ele mesmo costuma definir os demais. Sobre a origem de seu nome temos que é um apellido de origen vasco. Vem de Oyarzun, província de Guipúzcoa. Os seus descendentes provaram a sua nobreza na Ordem de Santiago. No Arquivo Militar de Segóvia existem arquivos pessoais de qualidade honesta. Com base em referências de historiadores da época e outros descobertos por Araldis nos arquivos cadastrais de cidades e outros privados, poderíamos afirmar, mas não assegurar, que este escudo ou outro muito semelhante a ele, apareceu inicialmente entre os séculos XI e XIV. século, nomeadamente na campanha contra o Islão que acompanhou os exércitos de D. Alfonso, senhor de Molina e irmão de Fernando III, o Santo Rei de Castela, na batalha dos campos de Jerez em 1231 contra Aben Hud. As referências a esta família parecem especificar-se com maior frequência dos séculos XV a XIX, especialmente os acontecimentos da guarda do Duque de Féria que se encarregou, juntamente com o Duque de Sabóia, da defesa das freiras no pilhagem das tropas espanholas em San Quentin em 27 de agosto de 1557); João Leonardo Pinto NOBRE. Do nosso personagem NOBRE eis que alcunha se encaixa em todos os sentidos. Grande amigo incentivador de ótimos projetos. O sobrenome NOBRE surgiu em Portugal cuja origem do nome faz referência à fidalguia e questões morais. O nome de Leo está na pessoa certa. João RODRIGUES Neto (Possui melhores cavalos de vaquejada do Vale do Açu, vaqueiro honrado de palavra única, ostenta sobrenome RODRIGUES que tem origem lusitana e significa "filho de Rodrigo". O nome Rodrigo, por sua vez, vem do germânico "Roderich", que significa "rico em glória" ou "o senhor da glória"); Joari de CASTRO Queiroz (Habilidoso na edição de vídeos, fornece excelentes orientações sobre esse tema. Falando do sobrenome CASTRO podemos destacar que tem origem toponímica, derivando de centenas de castros (do latim castrum) espalhados pela Península Ibérica, principalmente na região noroeste. A palavra CASTRO tem origem pré-romana e significa "castelo"); Joaquim Guilherme de ARAÚJO Neto (Seridoense nato que muito contribui com as informações da região. Guardião de fotos memoráveis, sobretudo de casas das antigas fazendas Vale aqui rememorar a figura do Cel. João Damasceno de ARAÚJO PEREIRA, (1827/1908). Filho de Antônio Pereira de Araújo, e de Maria José de Medeiros. Neto de João Damasceno Pereira (terceiro filho do 1º Tomaz de Araújo Pereira) e Maria José de Medeiros, filha do terceiro Tomaz de Araújo. Casou-se aos quinze anos de idade, tendo sua esposa na época, apenas treze anos. O casamento foi realizado por sugestão do avô de ambos, Presidente da Província Tomaz de Araújo Pereira, que já se achando cego, achou por bem casar a neta Tereza, a quem criava); José DANTAS de Oliveira Júnior (Descendente do patriarca Caetano Dantas Corrêa, com ascendência sefardita proveniente do casal de cristãos-novos Francisco Fernandes e Clara Afonso) Joseilton MATIAS Bezerra (O sobrenome MATIAS é de origem batismal e tem origem hebraica, significando "presente de Deus". O referido sobrenome fora adotado por famílias descendentes de alguém com este nome, como apelido); Jone Jack FERREIRA de Oliveira (Outro FERREIRA só que este nos indicou a Livraria do Luiz que um tradicional ponto para a difusão da cultura e do conhecimento de João Pessoa, alcançando, acredite, cinco décadas de existência); Jucelino PEREIRA BOLCONT da Silva (PEREIRA BOLCONT da gema, a que nos remete ao Coronel Martiniano, ou melhor, a Joaquim Martiniano Pereira que era filho do casal Antonio Pereira Bolcont e Josefa Maria da Conceição. Joaquim nasceu na fazenda São Nicolau, em Caicó, no dia 16 de outubro de 1865, e faleceu aos 23 de julho de 1923 em Pocinhos/PB. Ele foi Prefeito no período compreendido - “1905/1907 - sendo reeleito - 1908/1910”. No período de 1914/1915, retornou ao cargo, mas, em seguida, renunciou em favor do Vice-Presidente da Intendência, Gorgônio Ambrósio da Nóbrega); Júlio César Cruz de ALBUQUERQUE (Júlio é um incentivador das pesquisas de per si. O que estiver fazendo dar uma pausa para interagir, sugerir e incentivar. Para ele trazemos um poucou da história, de seu parente Major Antônio Pires de ALBUQUERQUE GALVÃO - 1797/1857 - que foi esposo de Guilhermina Francisca de Medeiros Rocha (1802/1840), filha do Capitão-mor MANOEL DE MEDEIROS ROCHA, neta de RODRIGO MEDEIROS ROCHA. O Major era oriundo da localidade ‘Boa Vista’ em Recife – Pernambuco, procriando uma numerosa prole no sertão seridoense ao matrimoniasse com a filha do Capitão-mor indo residir na Fazenda Glória próxima à Vila do Príncipe); Júlio César dos Santos FAGUNDES (Profissional honrado, probo, irrepreensível na sua conduta; honesto, é deveras prazeroso trabalhar com pessoas confiantes e que dominam bem o que faz. FAGUNDES (Fagundez ou Fagúndez, em sua forma espanhola) trata-se de um patronímico ibérico e advém do prenome 'fecundo', passando a 'fagundo', do latim 'facundus', significando eloquente, tendo facilidade em falar. Importante também destacar a figura de São Facundo foi um mártir em Leão (Espanha) do século IV); Júlio César dos Santos RODRIGUES (Adepto da prática esportiva cuja modalidade competitiva focada na musculação e na hipertrofia muscular mais acentuada); Julio Cesar RIBEIRO da Silva (O livro 'Bravos sertanejos do Seridó – Famílias de Portugal e do Brasil – Os Dantas Corrêa e os Ribeiro Dantas' delineia bem esse clã, pois o sobrenome RIBEIRO tem origem geográfica e vem do latim ripariu, que significa "rio pequeno" e, que na verdade trata-se de toponímico, ou seja, tem origem no nome de um local, como um ribeiro, onde as pessoas viviam); Kleber dos Santos OLIVEIRA (Toda a região do São Domingos (primeiro nome dado ao Paraíba) era habitada por índios Tabajara, cortejados pelos franceses que exploravam o pau-brasil e tentavam conservá-los hostis aos exploradores de outras nacionalidades); Leonardo Ribeiro de OLIVEIRA (Cearense com sangue vinking correndo em suas veias, denunciado pelo seu próprio linguajar. Foi quem primeiro nos recepcionou no nosso ambiente de trabalho. Mas falando sobre os OLIVEIRA especificamos que tem origem portuguesa e é um dos mais populares no Brasil e em Portugal: O fundador da família, Pedro de Oliveira, viveu no século 13 e recebeu o nome por ter uma grande plantação de oliveiras. A família Oliveira começou a ser utilizada na região de Paço da Oliveira, na vila de Arcos Valdevez. Os Oliveira chegaram ao Brasil nas primeiras décadas após o descobrimento, ajudando a construir a história do país. No Brasil, o sobrenome Oliveira é o terceiro mais comum, enquanto em Portugal é o sexto. Estima-se que quase 4 milhões de brasileiros tenham o sobrenome Oliveira, mas nem todos são da mesma família); Leonardo Rodrigo ALVES Bezerra (Trazemos o personagem Diogo ÁLVARES para ilustar que era esposo de Clara Gonçalves, moradores na Ilha de São Miguel, pais de Gonçalo Vaz. Tetravós paternos de Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de Medeiros Matos). Luiz NUNES Barros (Parente do povo do Saco dos Pereira, primo dos Inácios do presidente atual do país. Para tanto, trazemos ressugimos a figura do Senador Agenor NUNES MARIA, (1924/1997), filho de Antônio Inácio de Maria e Júlia Nunes de Maria. Natural de São Vicente/RN foi vereador, deputado estadual, deputado federal e senador. NUNES é antigo patronímico de Nuno, começado a usar, pois, por alguém cujo pai recebeu em baptismo esse nome próprio, assim se formando várias famílias cujos membros se distinguiram ao longo dos séculos em diferentes ramos de actividade, tanto no reino como em África, India ou Brasil, merecendo por isso dos nossos soberanos as mais variadas Mercês como Ordens de cavalaria ou cartas de Brasão. Sobressaíndo a figura do grande cientista Pedro Nunes, matemático e Cosmógrafo, destacam-se ainda os irmãos Diogo e Antão Nunes de Abreu, a quem D.João III concedeu Carta de Brasão em Maio de 1535; Domingos Nunes de Oliveira, natural de pedrogão e Juiz de Fora na Covilhã, que a recebeu em 7.9.1782; Luís Alvares Nunes da Silva, que a teve em 6.12.1802; ou o Capitão Manuel Pedro Nunes Ferreira, Senhor da Quinta da Raínha, em Torres Novas, a quem essa mercê foi concedida em 31.5.1787. Ainda uma outra família a dos Nunes Saldanha, senhores da casa da Terça, em Mansores, foi concedido o título de Viscondes da Albergaria de Souto Redondo); Manoel Henrique Filho (Preservador e colecionador de vasto acervo fotográfico e documental da história de Currais Novos); Manoel Roberto Honório BARBOSA Filho (Em que pese assinar BARBOSA, mas estamos diante de um membro da família Simonetti que tem origem em Giovanni Battista Simonetti, um cidadão genovês que chegou ao Recife por volta de 1820. Ele foi o primeiro a acreditar nesse trabalho, comprando o exemplo antes mesmo da escrita da primeira linha); Marco Paulo Silva SANTOS (Foi quem melhor nos divulgou Câmara Cascudo, cedendo obra para pudessemos aprofundar nossas pesquisas. Noutra oportunidade nos esclareceu sobre a história da Serra de São Bento no Rio Grande do Norte qeu está ligada à pecuária e ao desenvolvimento de fazendas de gado. De seu relato foi evidenciado um tal general fazendeiro, chamado Pires, que enviou seus vaqueiros para encontrar um boi que estava desaparecido. Um dos vaqueiros encontrou o boi na Serra dos Macacos, atual Serra de São Bento, onde encontrou um lugar com pasto vasto. O general ficou satisfeito com a descoberta e resolveu subir a referida montanha para habitar as terras. Assim, após habitada passou a ser denominada de Serra do Pires. No final do século XVIII, o núcleo de povoamento já contava com várias fazendas de gado e grandes lavouras); Marcus Tadeu DUARTE Soares (Ligado por consanguinidade a Francisco Duarte Ferreira Filho. Este foi político, médico e agropecuarista brasileiro, sendo natural de Mossoró, nascido na noite de natal de 1905. Ele foi senador e faleceu em Brasília, quase na noite de natal de 1973); Mardônio PEREIRA de Noronha (Este agradecimento nos remete PEREIRA ao Capitão-Mor do Regimgento de Cavalaria de Ordenanças da Ribeira do Seridó Thomaz de Araújo (Primeiro) que fincou morada na Ribeira do Seridó nos idos de 1720. O Capitão-Mor é natural da Viana, Portugal, e Maria da Conceição de Mendonça, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Neves, da cidade da Paraíba. Seus filhos José de Araújo Pereira, Thomaz de Araújo Pereira (2º), João Damasceno Pereira, e outros. Estes, por sua vez, eram casados com as irmãs Thereza de Jesus Maria e Maria dos Santos Medeiros (filhas de Rodrigo de Medeiros Rocha, português da Ilha de São Miguel, nos Açores, e de Apolônia Barbosa de Araújo, filha de Pedro Ferreira das Neves e Custódia de Amorim Valcácer, outra filha de Thomaz(2º) e Thereza. Portanto Thomaz Lourenço e Maria Rosa eram primos legítimos. Thereza Maria José era casada com Manoel Rodrigues da Cruz. Por isso um dos filhos de Thomaz Lourenço e Maria Rosa tinha o mesmo nome do avô); Maria de Lourdes da Silva (Quem melhor divulga Timbaúba dos Bastita, promovendo o cantor de forró Elino Julião conhecido pela forte ligação à cultura da região do Seridó); Martinho GUEDES ALCOFORADO Neto (Autêntico 'GUEDES ALCOFORADO' entre nós. A família GUEDES ALCOFORADO era conhecida na capitania por sua presença desde antes do domínio holandês, por suas atuações em cargos administrativos, patentes militares e/ou ordenanças, e também pela posse de terras e de engenhos. GUEDES ALCOFORADO alinhou-se totalmente contra os holandeses na Capitania, Lutando na Restauração da Bahia, na Guerra de Pernambuco, e como digo acima, em batalhas contra o domínio holandês. Citamos alguns membros do clã/; João Guedes Alcoforado, Afonso Guedes Alcoforado, Felipe Guedes Alcoforado, e Pedro Guedes da Silva. O sobrenome Guedes é galego-português e patronímico de Gueda. O patriarca da família foi Gonçalo Vasques Guedes, fidalgo do reino da Galiza, que se fixou em terras lusitanas no tempo de João I. Não tem como esconder o desmedido prestígio e respeito a qual os GUEDES ALCOFORADO gozam nas terras pernambucanas, paraibanas...); Melquizedeque Tahan LOPES de Souza Barros (Descendente do Capitão-mor Cypriano LOPES GALVÃO, (1750/1813). Filho do Coronel Cipriano Lopes Galvão e de Adriana de Holanda Vasconcellos. Nasceu em Igarassu, Pernambuco. Foi trazido pelos pais em 1754 para o sítio Totoró. Casou-se com Vicência Lins de Vasconcelos II, filha de Francisco Cardoso dos Santos e Teresa Lins de Vasconcelos. Ele teve 10 filhos e 5 filhas com Vicência Lins de Vasconcelos II (1757/1827): Cypriano Lopes Galvão Júnior (1769/1809); Anna Lins de Vasconcellos (1770/1879); José Lopes Galvão (1775/); João Lopes Galvão (1776/); Gonçalo Lopes Galvão (1780/); Trajano Lopes Galvão (1780/); Francisco Lopes Galvão (1781/1851); Joaquim Lopes Galvão (1787); Adriana de Holanda e Vasconcellos (1790/); Manoel Lopes Galvão (1777/1825);Sebastião Lopes Galvão (1782/1846); Vicência Lins de Vasconcelos III (1783/1852); Antônio Pio Galvão (1785/); Maria Manoela de Vasconcellos (1789/)); Michael VERÍSSIMO da Costa (VERÍSSIMO é um sobrenome português, com origem no termo latino verissimus, “muito verdadeiro”, o superlativo de verus, “verdadeiro”, “real” ou “justo”); Miro Stênio de MACEDO Lima Filho (Não sei por qual motivo, o destino nos reservou o 'esbarramento' em várias capitais do pais - Belém, Macapá, Fortaleza, Vitória - sempre enviando notícias. Oportuno relembrar o Cel. Manoel Salustino Gomes de MACÊDO - 1857/1942- que contraiu matriônio com Ananília Regina de Araújo (1859/1948). Filhos do casal: Thomaz Salustino Gomes de Mello casado com Tereza Bertina Bezerra de Araújo Galvão; Maria Regina de Araújo (D. Sinhá), casada com Antônio Othon de Araújo; Aristides Telésforo Gomes de Mello casado com Maria Amélia Gomes; Rita Alzira de Araújo casada com Antônio Bezerra de Araújo Galvão; Lindolfo Salustino, solteiro; José Salustino Gomes de Mello casado com Antônia Bezerra de Oliveira (Bitônha); Adélia Alina Salustino de Araújo casada com Félix Bezerra de Araújo Galvão; Francisco Leônis Gomes de Assis (Assis Salustino) ex-prefeito de Currais Novos e de São Thomé-RN, casado com D. Aura Galvão; Alcindo Gomes de Mello, ex-prefeito de Currais Novos, casado com Maria das Dôres Gomes); Nádia Gabriela Oliveira CARDOSO (O sobrenome Cardoso tem origem na Espanha, cujo vocábulo latino remete ao terreno que é abundante em cardos. É um sobrenome comum em Portugal e na Galiza. A família Cardoso possuiu a Quinta do Cardoso, em São Martinho de Mouros, e foi senhores da honra de Cardoso. A sequência de gerações é conhecida a partir de Dom Hermigo Cardoso, que vivia em Lamego nos tempos do rei Dom Afonso III. Os pesquisadores do Seridó deram notícia de um português fino pelas bandas do Bico da Arara. E cita que o português Francisco Cardoso Santos foi também um patriarca-mor na Ribeira do velho Acauã. Criou gado, fez vivenda, contemplou suas fazendas, fez vida e deu guarida a muitos dos nossos. Consta que o Capitão-mor Cipriano Lopes Galvão foi seu genro. Outros pesquisadores foram um pouco mais longe e deram outras notícias da família CARDOSO na região de Apodi. Esta é palavra de origem indígena. Segundo os historiadores do assunto significa coisa firme. Altura unida, um planalto, uma chapada. Seria a Chapada do Apodi à qual os índios davam esta denominação? A versão acima é do folclorista e memorialista Câmara Cascudo); Nelson da Costa AMÂNCIO (A família Amâncio é originária de Portugal. O nome Amâncio vem do latim Amantius, que significa "Aquele que ama" ou "Amante". O sobrenome Amâncio surgiu quando alguém era chamado de "Fulano filho do Sr. Amâncio" ou "Fulano filho de Amâncio" e, posteriormente, "Fulano do Amâncio". Esta designação foi transmitida aos seus descendentes na forma de sobrenome. Existem livros sobre a origem da família Amâncio, como Origem Da Familia Amancio: 'O Nosso Livro, escrito por Jose Amancio De Lima'); Orestes de Andrade (Em idos de 1725, o Sargento-mor Manoel Esteves de Andrade, oriundo da capital paraibana, fixou-se no Acari, após adquirir o sítio ‘Saco dos Pereiros’, por compra feita ao seu parente Nicolau Mendes da Cruz. Levou uma carreira dos 'cablocos brabos', remanescentes do tapuais, e no pega não pega, valeu-se de Nossa Senhora Daguia no local onde plantasse os pés firmes e salvo ali erguiria uma capela em sua homenagem. Assim cumpriu); Paulo André DANTAS de Oliveira (Seridoense descendente de José Calazâncio Dantas, Cel. Bembém das Oiticicas); Rafael CORTEZ Rabelo DANTAS (Um parente bem próximo de Seu Artur Dantas Cortez, pai do deputado estadual Pe. Cortez. Nas fronteiras do destino cruzamos algumas vezes com o prestativo e solidário Raimundo DANTAS CORTEZ (1938/2011) filho de Artur Dantas Cortez e Emília Dantas Cortez. Irmão do Padre José Dantas Cortez, Manoel Cortez, Assunção Cortez, Lindemberg Cortez, Margarida Cortez, Gracinha Cortez. Esposo de Maria de Lourdes Bezerra de Araújo, com quem teve cinco filhos: Juciane, Janilson, Jansen, Jacildo (in memoriam) e Judson. Em 1977, foi transferido da Usina Nóbrega & Dantas de Acari para a filial em Macaíba, ocupando a função de gerente geral da Usina Nóbrega & Dantas em Macaíba. Alguns anos após se aposentar resolvera retornar à sua terra para se dedicar ao que mais gostava de fazer: tomar conta de uma propriedade localizada em Currais Novos, que pertencera ao seu saudoso irmão, padre José Dantas Cortez); Rafael Fernandes MAFRA (profissional exemplar, ostenta patronomico de toponímia portuguesa, com origem em MAFRA, município na área metropolitana de Lisboa e, a versão mais popular para a sua origem etimológica é que proceda do árabe mahafra, adaptação de mahafr, plural de mahfra, “cova”, alusão à localização do lugar durante a ocupação islâmica da Península Ibérica); Rayane de Paiva REGO (O sobrenome REGO tem origem num fidalgo das Astúrias que trabalhou para a Rainha Dona Teresa no Século XII. Ele foi Alcaide-mor de Celorico do Basto, fundador do mosteiro da Ordem de São Bento, e Senhor de São Salvador de Lafões, da Quinta das Rosas e da Vila do Rego. Em 1276, Dom Afonso III, Rei de Portugal, concedeu o Brasão de Armas à família REGO. Muito comum no Oeste do Estado potiguar, ela é prima de Getúlio Nunes do Rêgo é um médico e político brasileiro que foi eleito dez vezes consecutivas deputado estadual pelo Rio Grande do Norte, o primeiro a atingir este recorde, empatado com o atual deputado José Dias); Raphael de Oliveira HENRIQUES Porto (O sobrenome MIRANDA HENRIQUES surgiu do casamento entre Aires de Miranda - 1460/1498 - e Briolanja Henriques celebrado por volta de 1484. Ela, filha de D. Fernando Henriques, segundo Senhor de Alcáçovas, com sua mulher D. Branca de Melo, senhora de Elvas. Já Aires de Miranda, que foi alcaide-mor de Vila Viçosa, era filho de Martim Afonso de Miranda, 'o Cavalo', Segundo Morgado de Patameira, com D. Genebra Pereira de Figueiredo. O sobrenome MIRANDA HENRIQUES sobreviveu, porém, por meio dos descendentes de militares da Coroa nas ex-colônias portuguesas, sobretudo no Brasil. Oportuno destacar o personagem Manuel Lobo de Miranda Henriques - 1789/1856 - nasceu na capita da Paraíba, membro da família MIRANDA HENRIQUES (por uma das suas bisavós paternas). Filho do Sargento-mor Antônio Borges da Fonseca (sobrinho-neto do genealogista pernambucano) e da sua mulher d. Joaquina Filipa de Mello Albuquerque. Foi presidente das províncias de Alagoas, de 19 de maio de 1831 a 26 de novembro de 1832, do Rio Grande, de 23 de janeiro a 31 de julho de 1833, e da Paraíba por duas vezes, de 3 de março a 14 de abril de 1838 e de 17 de março a 7 de abril de 1839. Casou com Ana Noberta da Silveira, filha do Tenente-coronel Francisco José da Silveira, um dos revolucionários mortos na Revolução Pernambucana de 1817. Pais, entre outros, do senador do Império Francisco de Paula da Silveira Lobo e do jornalista e republicano Aristides Lobo); Ricardo Vidal COSTA (O sobrenome COSTA é um dos mais populares no mundo, originário da Itália e presente em vários países, incluindo Portugal, França, Espanha, Suíça, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Argentina e outros); Riozi de CASTRO Luciano (O sobrenome CASTRO tem origem toponímica, derivando de centenas de castros (do latim castrum) espalhados pela Península Ibérica, principalmente na região noroeste. A palavra castro tem origem pré-romana e significa "castelo"); Tércio Barbosa Silva ARAÚJO (Nesse ponto evidenciamos Joana de ARAÚJO PEREIRA - 1740/1818 - que era filha do Tenente coronel Thomaz de Araújo Pereira I, o famoso 'Adão do Seridó' e de Maria da Conceição Mendonça. Esposa de Estêvão Álvares Bezerra e em segunda núpcias de Gregório José Dantas Corrêa. Genitora de Maria Benta Pereira; Albino de Araújo Dantas; Rosa Corrêa e Gregório José Dantas Corrêa); Reinaldo Paiva GALVÃO (Galvão é um nome de família português. Pouco se sabe sobre a origem dessa família, pois na verdade sua origem é incerta. Talvez seja originário da palavra gavião, ave de pequeno porte. Já outros acreditavam que o termo surgiu da palavra carvão. Mas no Seridó potiguar essa família se sobressai nas origens e formação de clãs. Temos notícias de dois nobres e abastardos patriarcas um em Currais Novos, Cipriano Lopes Galvão (1700/1767), e o outro na Vila do Príncipe, Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1797/1857). Necessariamente, o seridoense que recebe esse sobrenome advém de um ou dos dois patriarcas supramencionados). Ricardo César de ARAÚJO MEDEIROS (Conterrâneo, bom amigo, primo e colega de trabalho. Daqui destacamos outro conterrâneo e parente Antônio Quintino de ARAÚJO MEDEIROS (1883/1967). Genitor de Edwirges Enedina de Araújo (1891–1971); do historiador e professor Antonio Quintino Filho (1911–2010); Maria Emilia de Araújo (1913–2003); Leonora Medeiros (1915–1915); Isabel Adeladina de Medeiros (1916–?); Eleonora Medeiros de Araújo (1917–1996); Francisco das Chagas Medeiros (1918–1918); Leonor Medeiros (1919–1921); Jose Quintino de Medeiros (1920–1974); Edwirges Medeiros (1922–?); Judite Medeiros (1923–1923); Antonieta Medeiros (1924–2011); Marta Medeiros Lopes (1925–2005);Manoel Medeiros (1926–1926); ROZALIA MEDEIROS (1927–2020); Iracema Medeiros (1929–1929); Iraci Medeiros (1931–1931). MEDEIROS, Ana Maria de Jesus (1881 - 1945). Filha de Pedro Paulo de Medeiros Dantas e de Maria Benta de Albuquerque. Sendo irmã de João Raphael Dantas. Bisneta do Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão); Ricardo Luís OLIVEIRA Ribeiro Júnior (Apresentou o site DIZER O DIREITO, nos presenteando, inclusive, com um manual do referido site); Romário André de ARAÚJO Souza (De Thomaz de ARAÚJO PEREIRA nascido em 1799 seus descedentes migraram e andaram por todo o Nordeste. Dos muitos também o encontramos em Nísia Floresta, São José do Mipibu, Goianinha além do solo paraibano etc. Esse Thomaz era filho de Antônio Pedro de Araújo (1764 - 1848) e de Teresa de Jesus da Rocha (1774- 1838). Contraiu matrimônio com JOANA MARIA DO SACRAMENTO, natural de Açu/RN. Morou em Acari, Açu e Santana do Matos. Filhos do casal: de Manoel Thomaz de Araújo; Ana; Francisco; Joaquim; José; João; Sebastião; Conegundes Maria de Araújo; Thomaz); Romildo BEZERRA da Silva (Capitão Cipriano Bezerra de Araújo Galvão (1809/899) foi o esposo de Izabel Cândida de Araújo, cunhado do Pe. Tomaz Pereira de Araújo, genro de Antônio Pereira de Araújo (1781/1851) e de Maria José Pereira de Araújo (1788/1858). Ainda segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, o Coronel Cipriano foi Promotor Público Interino de 1841 a 1843, não se olvidando que em 1832 participou da legião seridoense que marchou contra o caudilho Pinto Madeira. O destacado historiador traz a sua descendência de forma organizada afastando dúvidas acerca dos troncos seridoenses); Ronaldo SANTIAGO da Silva Júnior (Bravo guerreiro que nasceu em Caicó. Mas não custa lembrar a forte ligação Caicó-Açu e das tradicionais famílias que deste eixo que descendem do Capitão Manoel Rodrigues Santiago que participou do combate aos aborígenes primitivos em fins do Século XVII); Roberto SOARES Santos (Dos SOARES damos notícias de Pedro Soares de Araújo Amorim que nasceu em Açu nos idos 1880. Era filho de Pedro Soares de Amorim e d. Maria Francisca Araújo Amorim, e casou-se com Maria Beatriz Montenegro Amorim. Fez o curso secundário no Atheneu Norte-rio-grandense e o de medicina na Bahia, titulando-se farmacêutico (1902) e médico (1903), defendendo a tese “Afecção Calculose Vesical”. Foi chefe do Partido Republicano Federal (1914), pelo qual foi eleito Prefeito (o primeiro do município do Açu), exercendo o cargo nos períodos 1914-16, 1923-25, 1926-28 e 1929-30. Deputado Estadual (1918), foi líder da bancada; Deputado Constituinte em 1934 e 1946 (então, Presidente da Assembléia Legislativa). Pedro Soares, que fundara em sua cidade o semanário “Jornal do Sertão”, suspenso na Revolução de 1930, foi o primeiro astrônomo amador do Estado, aclamado “Presidente de Honra” da ANRA-Associação Norte-rio-grandense de Astronomia a 17.07.1956, quando foi criada. Faleceu em Natal, onde residia, no dia 6 de outubro de 1961); Roberto Robson da COSTA (Oportuno evidenciar um membro da família COSTA. Antônio de Medeiros Costa nasceu em São Tomé no dia 14/06/1918 e faleceu em Natal no dia 14/05/2006, sendo filho de Silvino da Costa Medeiros e Auta Aurora de Araújo. Irmão de Félix, Perpétua, Raimundo, Sara, José, Cândida, Hermes, Rute e Lourdes. Era neto pela parte do pai de Félix Antônio de Medeiros e Teresa Duquesa Faria de Medeiros; e pelo lado da mãe de Antônio Honorato de Araújo e Cândida das Mercês de Araújo. Em 1936 ele foi o cevador de algodão no descaroçador do Cardeiro, substituindo Sebastião Bezerra de Araújo (1902/1989), irmão de João Bezerra Neto (1907/1993). Em 1937 a família foi para a Fazenda Pinturas, firmando-se vaqueiro da Fazenda. Dessa atividade, conseguiu adquirir as próprias terras, tornando-se fazendeiro); Coisa não demorada para ser); Robério Xavier de BRITO (Filho de Vivaldo Pereira de Brito. Aqui é se faz necessário destacar os PEREIRA DE BRITO, de início trazemos a figura do Cel. Joaquim Servita Pereira de Brito (1866/1920) que era filho do Padre Modesto Pereira de Brito e de Joaquina Gonçalves Cavalcante. O coronel foi o esposo de Thereza Augusta Bezerra de Araújo (1875/1952), irmão de Mônica Maria da Ressurreição Pereira de Brito (1869/1898), Maria Euzébia da Assunção Brito (1865/1889), José Carlos Pereira de Brito (1871/1915), Maria Isaura Pereira de Brito (1875/1964), Alice Pereira de Brito, Pedro Paulo Pereira de Brito (1869/?) e Enrique Pereira de Brito. Não se olvide que o Cel. Joaquim Servita Pereira de Brito toi Intendente do Acari de 1911/1913 e 1917/1919 e está sepultado em túmulo sutuoso na mesma cidade); Sammir CIPRIANO dos Santos (Cyprianus derivado do latim. Cipriota natural do Chipre. Cyprius também era o nome de uma rua na antiga Roma, a Rua Cípria. Por devoção, Cipriano foi usado como nome próprio e segundo nome antes de ser adotado como sobrenome. Cipriano também está relacionado com algumas figuras históricas tais como: Cipriano de Cartago, santo romano do século III; Cipriano de Antioquia, santo romano do século III/IV; Cipriano (mestre dos soldados), oficial bizantino do século VI; Cipriano de Constantinopla, Patriarca ecumênico de Constantinopla no século XVIII); Samuel de Souza Silva MORAIS (Paraibano que nos remete a figura de José Joaquim Geminiano de Morais Navarro. Foi presidente da Província da Paraíba em 1833 e da Província de Sergipe, de 29 de outubro de 1833 a 13 de fevereiro de 1835, nomeado por Carta Imperial); Silvanio FRAGOSO de Carvalho (Toponímico português de origem latina fragous, local ou terreno com muitas pedras, lugar rochoso. Existem referências como nome de família desde o século XIII, durante o reinado de dom Dinis (1261-1325): Sued Puskas Bezerra Lins (Nascido em Galvanopólis, descendente da matriarca Vicência Lins de Vasconcelos (1757/1827), primo do prefeito de Galvanopólis José Marciolino Barros de Lins Neto e do governador da Paraíba João Azevedo Lins Filho); Theófilo Augusto de Oliveira ROCHA (Para nós, foi MEDEIROS ou ROCHA advém por estas bandas do Seridó do sangue dos irmãos RODRIGO e SEBASTIÃO. O português Rodrigo de Medeiros Rocha era natural da Freguesia de São Pedro da Ribeira Seca, Conselho da Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Região dos Açores, Portugal, fveio para o Brasil, onde faleceu e na região do Seridó, Estado do Rio Grande do Norte, casou em 1738 no Estado da Paraíba com Apolônia Barbosa de Araújo (1714/1802) natural do Estado da Paraíba); Thiago BARBOSA Silva (De uma ilustre e antiquíssima linhagem portuguesa, esse sobrenome faz referência a um lugar com muitas barbas de bode ou barbas de velho, uma espécie de planta. Na verdade o nome deriva de Quinta e Honra de Barbosa, na freguesia portuguesa de São Miguel das Rãs); Thiago TAVARES da Silva (Ele formatou o notebook e instalou o word, daí em diante tudo fluiu. Em Portugal, tem origem na terra de Tavares, próximo a Viseu, na antiga região da Beira Alta. Na Espanha, a origem é na localidade de Tabares, surgindo daí as formas Tabarés ou Tavarez. Muito comum o sobrenome conjugado com LYRA. A razão subjacente à inversão dos sobrenomes, passando de Lyra Tavares para Tavares de Lyra, reside no seguinte: Apareceu no sertão pernambucano um bandoleiro que tinha exatamente o mesmo nome, sem ligação parental); Tiago CASTRO da Silva (Ótimo colega de trabalho, nos transmite segurança e paz, sempre firme no seu propósito); Victor de Albuquerque CALDEIRA (Um dos poucos profissionais mais justo, seguros e organizados que temos atualmente. Para tanto vamos falar de Francisco Caldeira de Albuquerque que nasceu a 24 de junho de 1878, tendo falecido a 25 de maio de 1946. Foi o Segundo Conde da Borralha, título que lhe foi conferido a 11 de janeiro de 1908 pelo Rei D. Carlos. Formado em Direito foi Par do Reino e presidiu à Câmara Municipal de Águeda de 1923 e 1926. Erudito escritor, historiador e investigador conceituado, dedicou especial atenção à História, Arqueologia e Linhagens, temas sobre os quais deixou estudos valiosos baseados e fundamentos, quase exclusivamente, em documentos da sua vasta e notável coleção particular. Colaborou em diversas revistas culturais, mais assiduamente no “Arquivo do Distrito de Aveiro”, tendo publicado, em 1940, 'Portugal dentro e fora de casa, factor de civilização Mundial', sendo, ainda, autor de um trabalho historiográfico sobre o Hospital de Águeda, datado de 1941); 

Vinicius MELO de Lima (Falar dos Melos do Alto Oeste é falar da cidade de Severiano Melo que é um município pequeno, conhecido como Terra do Caju, fato dado por se tratar de um dos maiores produtores de na região. Foi distrito de Itáu com o nome de "Bom Lugar" e emancipado em 3 de dezembro de 1963 com sua denominação atual, numa referência ao fundador da cidade ancestral de Vinicius); Wagner José Batista PESSOA (intelectual pertecente ao clã Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa que foi um magistrado, diplomata, professor universitário, jurista e político brasileiro, filiado ao Partido Republicano Mineiro. Foi Presidente da República entre os anos de 1919 a 1922); 

Washigton de Lima DANTAS (Toponímico português oriundo das Antas, no antigo concelho de Coura, atualmente Esposende. O vocábulo vem do latim antae ou antarum, plural da palavra “anta”, pilastras das portas ou dos contrafortes); 

Wendell ARAÚJO dos Ramos (se é Araújo já tem o seu valor, nos prestigiar sempre com esperado like no canal You Tube @literaturadoserido); 

 Wires de Oliveira PERES ( PERES pode fazer referência a um personagem bíblico do antigo testamento. Algumas personalidades destacadas são Shimon Peres, político de Israel, Waldir Peres goleiro frangueiro da Copa de 1982, Jefferson Peres, professor e político brasileiro. O patronímico é ibérico, originado do latim 'petrus' que deriva pedra. Peres ou Perez são as formas usadas na Espanha, enquanto a variação Pires é usada pelos portugueses); Wisterlaneo Caio de Oliveira Lira (O parceiro de Wellington nas horas de descanso. Mas vamos falar de Aurélio Lira Tavares que foi um general do exército brasileiro, membro da junta militar que governou o Brasil durante sessenta dias, de 31 de agosto a 30 de outubro de 1969).

Comentários