PEREIRA
Ignez de Araújo Pereira, filha legítima de Felipe de Araújo Pereira e de Dona Josefa Maria do Espírito Santo, ambos naturais e moradores da Freguesia do Seridó, nasceu aos vinte e um dias do mês de janeiro do ano de mil oitocentos e dezesseis e foi batizada na Igreja Matriz da referida freguesia aos vinte e dois dias do mês de fevereiro do mesmo ano, ocasião em que o Reverendo Coadjutor Inácio Gonçalves de Mello lhe administrou o sacramento do batismo e aplicou os santos óleos, tendo servido como padrinhos Manoel Januário Bezerra Cavalcanti, representado por procuração apresentada por Pedro Paulo de Medeiros, e Dona Joanna Manoela da Annunciação, ficando assim formalizados o nascimento e o batismo de Ignez segundo os ritos e costumes da Igreja Católica observados naquele período histórico.
Pedro de Araújo Pereira, filho legítimo de Felipe de Araújo Pereira e de Josefa Maria do Espírito Santo, ambos naturais e moradores da Freguesia do Seridó, nasceu aos dezoito dias do mês de dezembro do ano de mil oitocentos e quatorze e foi batizado na Igreja Matriz da referida freguesia aos vinte e dois dias do mês de janeiro do ano de mil oitocentos e quinze, ocasião em que lhe foram administrados os santos óleos pelo celebrante que lavrou o assento, tendo servido como padrinhos Rodrigo José de Medeiros e Josefa Maria da Purificação, ambos casados, ficando assim formalizados o nascimento e o batismo segundo os ritos e costumes da Igreja Católica observados à época.
Marcos de Araújo Pereira, nascido por volta do ano de 1801, contraiu matrimônio com Josefa Maria da Encarnação , filha legítima de Manoel de Araújo Pereira e de Maria de Jesus. Nasceu na fazenda São Bernardo, no Caicó, tendo posteriormente residido na fazenda Cavalcanti, de onde lhe adveio o cognome de Marcos do Cavalcanti. Consta que, no ano de 1846, Marcos de Araújo Pereira e sua esposa passaram a integrar a Irmandade das Almas do Caicó. O enlace matrimonial foi celebrado aos vinte e um dias do mês de outubro do ano de mil oitocentos e vinte e três, pelas dez horas da manhã, na Fazenda Picos de Baixo, situada na Freguesia do Seridó, após concedida a dispensa de consanguinidade em razão de multiplicado parentesco e corridos os banhos sem impedimento, precedendo a confissão, a comunhão e o exame da doutrina cristã, sendo a cerimônia realizada pelo Padre Manoel Teixeira da Fonseca, com a devida licença, que uniu em matrimônio e concedeu as bênçãos nupciais aos paroquianos Marcos de Araújo Pereira e Josefa Maria da Encarnação, ambos naturais e moradores da referida freguesia, declarando o assento que o nubente era filho legítimo de Felipe de Araújo Pereira e de Josefa Maria do Espírito Santo, e a nubente filha legítima de Manoel de Araújo Pereira, já falecido à época, e de Maria de Jesus, tendo sido testemunhas do ato Alexandre de Araújo Pereira e Amaro José Ferreira, ambos casados e moradores da vila, formalizando-se assim o vínculo matrimonial segundo os preceitos religiosos e canônicos vigentes naquele período histórico. Marcos de Araújo Pereira faleceu aos vinte e nove dias do mês de janeiro do ano de mil oitocentos e oitenta e três, em decorrência de gastrite, contando oitenta e um anos de idade, conforme assento eclesiástico então lavrado, sendo descrito como casado com Josefa Maria do Espírito Santo. Consta que recebeu todos os sacramentos da Igreja antes de sua morte, tendo seu sepultamento ocorrido no Cemitério de São Fernando, onde seu cadáver foi envolto em pano branco e solenemente encomendado pelo Padre Francisco Rafael Fernandes, encerrando-se assim o registro de sua vida segundo os ritos fúnebres e os costumes religiosos observados naquele período histórico.
Felipe de Araújo Pereira foi casado com Josefa Maria do Espírito Santo, filha legítima do casal Caetano Dantas Corrêa, referido sob o número vinte e nove, e Luiza Maria do Espírito Santo. Consta que, no ano de 1802, Felipe de Araújo Pereira residia na fazenda Rossarubu, localidade que corresponde à atual cidade de Florânia, no Rio Grande do Norte, e que, em 1816, já detinha a patente de tenente das milícias, alcançando o posto de capitão no ano de 1825. Exerceu o cargo de Juiz Municipal no Caicó no ano de 1831, onde mantinha residência urbana, referida nos documentos como situada “na rua”, tendo igualmente morado em sua fazenda Cavalcanti, então pertencente ao termo do Caicó. O matrimônio foi celebrado aos vinte e sete dias do mês de novembro do ano de mil setecentos e noventa e nove, pelas nove horas da manhã, na fazenda denominada Camaúba, situada na Freguesia do Seridó, após realizadas as denunciações necessárias sem que se apurasse qualquer impedimento e concedida pela Santa Sé Apostólica a dispensa do parentesco que ligava os nubentes, tendo a cerimônia ocorrido na presença do Reverendo Padre Manoel Teixeira da Fonseca, com a devida licença, e das testemunhas o Sargento-Mor Manoel de Medeiros Rocha e o Capitão Francisco Gomes da Silva, ocasião em que se receberam por esposos segundo o rito tridentino Felipe de Araújo Pereira, filho legítimo do Sargento-Mor Tomaz de Araújo Pereira, já falecido, e de Dona Teresa de Jesus, e Josefa Maria do Espírito Santo, filha legítima do Tenente-Coronel Caetano Dantas Corrêa e de Luzia Maria do Espírito Santo, sendo ambos naturais e moradores da referida freguesia, recebendo imediatamente as bênçãos nupciais na forma do rito da Santa Madre Igreja, conforme assento lavrado e assinado pelo Cura José Antônio Caetano de Mesquita. Josefa Maria do Espírito Santo faleceu aos dezesseis dias do mês de abril do ano de mil oitocentos e trinta e cinco, sendo sepultada na Igreja Matriz da freguesia, descrita como casada com Felipe de Araújo Pereira e moradora na fazenda Cavalcanti, tendo falecido de ourinas doces, com os sacramentos, aos cinquenta e quatro anos de idade, sendo seu cadáver envolto em pano branco e encomendado pelo Padre Manoel Teixeira da Fonseca, com licença, conforme assento lavrado e assinado pelo Vice-Vigário Manoel José Fernandes. Felipe de Araújo Pereira faleceu aos vinte e cinco dias do mês de setembro do ano de mil oitocentos e quarenta e três, sendo sepultado na Igreja Matriz, acima das grades, descrito como morador da freguesia e viúvo de Josefa Maria do Espírito Santo, tendo falecido de hidropisia, com os sacramentos, aos setenta anos completos de idade, sendo seu cadáver envolto em hábito branco e solenemente encomendado, encerrando-se assim o registro da vida e morte do casal segundo os usos religiosos e administrativos do período.
Manoel de Araújo Pereira foi o único filho do segundo casamento de Tomaz de Araújo Pereira, união esta ocorrida na Paraíba, tendo ficado conhecido pelo apelido de Paraíba. Criou-se na fazenda dos Picos, situada no Acari, onde passou a infância e a juventude. Contraiu matrimônio com Francisca Maria José, identificada sob a referência TN 90 no capítulo da descendência de Pedro Ferreira das Neves, a qual era filha de Manoel Álvares da Nóbrega e de Maria José de Medeiros. Após o casamento, o casal estabeleceu residência na localidade denominada Cacimba da Velha, no termo de Santa Luzia, na Paraíba, onde fixou morada e desenvolveu sua vida familiar.
Joana de Araújo Pereira foi casada com Gregório José Dantas Corrêa, filho de José Dantas Corrêa e de Isabel da Rocha Meireles, tendo esse matrimônio ocorrido por volta do ano de 1751. O inventário de Gregório José Dantas Corrêa encontra-se arquivado no 1º Cartório Judiciário do Acari, sob o número de ordem três, referente ao ano de 1773, e dele consta que o sargento-mor deixou, além de três filhos legítimos, uma filha ilegítima, Ana Maria de Morais, a qual veio a casar-se com Joaquim José Pereira, morador no Sertão de Piranhas. Pelos mesmos autos verifica-se que Gregório José Dantas Corrêa deixou bens fundiários situados no sítio Carnaúba e na serra da Borborema. Após enviuvar, Joana de Araújo Pereira contraiu segundas núpcias com Estêvão Álvares Bezerra, passando o casal a residir em São José do Mipibu, no Rio Grande do Norte. Consta ainda que, em treze de novembro de 1742, Gregório José Dantas Corrêa, conjuntamente com seu irmão Caetano, requereu a sesmaria de número 306, conforme referência de Lira Tavares, e que, com outro irmão, o capitão José Dantas Corrêa, requereu e obteve a sesmaria de número 346, em quinze de maio de 1745, conforme petição em que ambos declaravam residir nas Piranhas da Capitania do Rio Grande, afirmando possuir gados vacuns e cavalares sem terras suficientes para sua criação, razão pela qual informavam haver descoberto, às expensas de suas fazendas, terras devolutas situadas entre o rio Paraíba e o rio Paraibinha, na distância que se estende desde o Natuba, no referido rio Paraíba, em direção ao sertão do Cariri, para a parte do rio Paraibinha, contendo uma lagoa e três olhos-d’água que vertiam para o rio Paraíba, requerendo a concessão de três léguas de terras, com as dimensões e conformações que melhor lhes conviessem, desde que ficassem incluídos na medição a lagoa e os três olhos-d’água, a fim de nelas se estabelecerem com seus gados, casas e currais, solicitando que a sesmaria lhes fosse concedida para si e seus herdeiros, pedido que foi deferido no governo de João Lobo de Lacerda, com a expedição das respectivas cartas de data. Posteriormente, Gregório José Dantas Corrêa, em conjunto com o irmão Caetano, requereu ainda a sesmaria de número 434, em vinte e cinco de setembro de 1754, ampliando, assim, o patrimônio fundiário da família na região.
João Damasceno Pereira foi casado com Maria dos Santos de Medeiros, filha de Rodrigo de Medeiros Rocha e de Apolônia Barbosa de Araújo, figurando no capítulo da descendência de Pedro Ferreira das Neves. Conforme assento eclesiástico, faleceu aos dezenove dias do mês de julho do ano de mil setecentos e noventa e seis, com cinquenta e três anos de idade, tendo recebido todos os sacramentos. Seu sepultamento ocorreu aos vinte dias do referido mês e ano, na Capela de Nossa Senhora da Guia do Acari, filial da Igreja Matriz, sendo então descrito como natural e morador da freguesia, casado com Dona Maria dos Santos. O registro consigna que seu cadáver foi envolto no hábito de São Francisco e encomendado pelo Reverendo Padre José da Costa Soares, com a devida licença, lavrando-se o assento pelo Coadjutor Inácio Gonçalves Mello.
de Araújo Pereira, o segundo do nome, foi casado com Teresa de Jesus Maria, filha de Rodrigo de Medeiros Rocha e de Apolônia Barbosa de Araújo. Exerceu o posto de sargento-mor e estabeleceu residência no Seridó, onde permaneceu por considerável período, vindo posteriormente a transferir-se para o Bruxaxá, atual Areia, na Paraíba, possivelmente em decorrência da grande seca de 1777. Consta que, no ano de 1799, foram celebradas missas em sufrágio de sua alma por intermédio da Irmandade das Almas do Caicó, o que indica seu falecimento em data anterior àquele ano. Presume-se que Tomaz de Araújo Pereira tenha falecido no Bruxaxá, uma vez que não se encontra registro de seu sepultamento nos livros próprios da freguesia do Seridó, circunstância que reforça a hipótese de que seu óbito tenha ocorrido fora daquela jurisdição paroquial.
Joaquim de Santana Pereira nasceu por volta de 1781. Segundo a tradição oral do Seridó, seu verdadeiro pai teria sido Manoel de Medeiros Rocha, identificado no presente capítulo sob o BN 10, cunhado de Clara Maria dos Reis. Relata-se que, tendo Ana de Araújo Pereira dado à luz uma criança, Clara Maria dos Reis dirigiu-se à casa da irmã para auxiliá-la no período do resguardo e, ali, teria engravidado do cunhado. Diante do fato consumado, a família entendeu por conveniente casar Clara com um homem de poucos recursos, Caetano Camelo Pereira. Assim, quando Joaquim de Santana nasceu, foi batizado e reconhecido oficialmente como filho legítimo de Caetano Camelo Pereira e de Clara Maria dos Reis.
Joaquim de Santana Pereira contraiu matrimônio com Madalena de Castro, filha de Tomaz de Araújo Pereira e de Teresa de Jesus Maria, figurando ela, sob a referência N.º 14, no capítulo da descendência de Tomaz de Araújo Pereira. O casamento realizou-se aos vinte e seis dias do mês de novembro de mil oitocentos e cinco, na Fazenda Mulungu, nesta freguesia do Siridó, sendo ambos dispensados do parentesco que os ligava, precedendo confissão, comunhão sacramental e exame de doutrina cristã. Foram testemunhas Felis Gomes Pequeno e Rodrigo de Medeiros Rocha, conforme assento lavrado pelo vigário Francisco de Brito Guerra.
Madálena de Castro faleceu prematuramente aos dois dias do mês de outubro de mil oitocentos e seis, na Fazenda de Todos os Santos, nesta mesma freguesia, com cerca de dezoito anos de idade, recebendo todos os sacramentos. Seu corpo foi amortalhado em borél, encomendado solenemente com ofício de corpo presente e sepultado, do cruzeiro para cima, na matriz do Siridó, conforme registro do vigário Francisco de Brito Guerra.
Enviuvando, Joaquim de Santana Pereira contraiu segundas núpcias com Maria Teresa das Mercês, irmã do padre Francisco de Brito Guerra, então vigário da freguesia, e filha de Manoel de Anunciação e Lira e de Ana Filgueira de Jesus. Maria Teresa figura no capítulo da descendência de Manoel Carneiro de Freitas, sob a referência N.º 17. O casamento celebrou-se aos dezoito dias do mês de abril de mil oitocentos e quatorze, ao meio-dia, na matriz de Santa Ana do Siridó, após as denúncias canônicas, confissão e comunhão sacramental, sendo testemunhas, entre outros, o capitão Antônio Batista dos Santos e o coronel Antônio da Silva e Souza, conforme assento lavrado pelo vigário Francisco de Brito Guerra. Maria Teresa das Mercês faleceu aos vinte e quatro dias do mês de novembro de mil oitocentos e quarenta e nove, moradora que era da Fazenda Retiro, nesta freguesia do Siridó, vítima de apoplexia nervosa, com sessenta e três anos de idade incompletos, recebendo todos os sacramentos e a absolvição da hora da morte. Foi amortalhada em hábito preto e encomendada solenemente pelo vigário de Acari, Tomaz Pereira de Araújo, com licença do vice-vigário Francisco Justino Pereira de Brito, conforme o respectivo assento. Joaquim de Santana Pereira faleceu aos vinte e sete dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e cinquenta e quatro, morador desta freguesia, então viúvo de Maria Teresa das Mercês, em decorrência de paralisia, com setenta e dois anos de idade, tendo recebido os sacramentos da Igreja. Seu corpo foi envolto em hábito branco e sepultado, acima das grades, na matriz do Siridó, conforme registro do cônego e vigário Manoel José Fernandes. No ano de 1820, Joaquim de Santana Pereira e sua esposa residiam na Fazenda do Barbosa, passando posteriormente a viver na Fazenda Retiro, situada a cerca de três léguas ao sudeste de Caicó. Os registros da Irmandade das Almas do Caicó indicam que o casal Joaquim de Santana Pereira e Maria Teresa das Mercês nela se associou no ano de 1849. No livro Homens e Fatos do Seridó Antigo, Dom José Adelino Dantas transcreve carta escrita por Joaquim de Santana Pereira a seu filho, o padre José Modesto, datada de trinta de novembro de mil oitocentos e quarenta e nove, na qual o pai comunica, com profundo pesar, o falecimento de sua esposa, exaltando sua fé cristã, resignando-se à vontade divina e manifestando afeto e bênçãos ao filho, documento que revela traços de sensibilidade, devoção religiosa e vínculos familiares característicos da época.
Gonçalo Pereira de Araújo, nascido por volta de 1782, contraiu matrimônio com Margarida Cardoso, filha natural de Manoel Diniz Barreto e de Rosa Maria. Conforme o assento matrimonial, aos nove dias do mês de setembro de mil oitocentos e doze, pelas dez horas da manhã, na Capela da Serra Negra, filial desta Matriz, após feitas as denúncias canônicas sem que se verificasse impedimento algum, precedendo confissão, comunhão sacramental e exame de Doutrina Cristã, o Padre Manoel Fernandes Pimenta da Silva, de licença do vigário, ajuntou em matrimônio e concedeu as bênçãos nupciais aos seus fregueses Gonçalo Pereira de Araújo, de trinta anos de idade, e Margarida Cardoso, de dezoito anos, ambos naturais desta freguesia. O nubente era filho legítimo de José Camelo Pereira e de Teresa Maria de Jesus, e a nubente, filha natural de Rosa Maria, sendo atribuída sua paternidade a Manoel Diniz Barreto. Foram testemunhas Antônio Ferreira Guedes e José Fidelis de Araújo, casados, que com o referido padre assinaram o assento.
Matias Pereira de Araújo contraiu matrimônio com Rosa Maria da Silva, filha legítima de José Manoel Ferreira da Silva e de Antônia Maria da Silva. Conforme o respectivo assento paroquial, aos vinte e seis dias do mês de janeiro de mil setecentos e noventa e sete, pelas oito horas e meia da manhã, pouco mais ou menos, nesta Matriz, depois de feitas as denúncias canônicas sem que se descobrisse impedimento algum, na presença do vigário e das testemunhas José Camelo Pereira e Manuel Pereira Monteiro, receberam-se por esposos, segundo o rito tridentino, Matias Pereira de Araújo, filho legítimo de José Camelo Pereira e de sua mulher Teresa Maria de Jesus, com Rosa Maria da Silva, filha legítima de José Manoel Ferreira da Silva e de sua esposa Antônia Maria da Silva, ambos naturais desta freguesia.
Francisca Maria José contraiu matrimônio com Manoel de Araújo Pereira, conhecido pelo apelido de Paraíba, filho do segundo casamento de Tomaz de Araújo Pereira com uma cigana, tendo o casal residido, segundo informa Felipe Guerra, na fazenda Cacimba da Velha, situada a cerca de cinco quilômetros de Santa Luzia.
Isabel Justa Rufina contraiu matrimônio com Manoel Joaquim de Santa Anna, filho legítimo de Luiz Joaquim e de Maximiana Dantas Pereira, da descendência de Tomaz de Araújo Pereira. O casamento realizou-se em 6 de setembro de 1810, às nove horas da manhã, na Fazenda Jardim, após as diligências necessárias e a obtenção de dispensa de consanguinidade, tendo os nubentes sido confessados e examinados na doutrina cristã. Manoel Joaquim de Santa Anna e Isabel Justa Rufina eram naturais e moradores da freguesia, sendo ela filha legítima de João Crisóstomo de Medeiros e de Francisca Xavier Dantas, conforme assentamento lavrado na presença do pároco Francisco de Brito Guerra e das testemunhas Caetano Dantas Corrêa e Antônio Thomaz de Azevedo.
Ana de Araújo Pereira, identificada como a terceira do nome, contraiu matrimônio com Manoel Lopes Galvão, integrante da descendência de Cipriano Lopes Galvão, filho legítimo deste e de Vicência Lins de Vasconcelos. O casamento realizou-se aos oito dias do mês de outubro de 1802, na Capela de Nossa Senhora da Guia do Acari, filial da Matriz, pelas nove horas da manhã, após cumpridas as canônicas denunciações sem que se apurasse qualquer impedimento. A cerimônia foi celebrada em presença do reverendo padre José Antônio Caetano de Mesquita, com licença do padre coadjutor Gonçalo Bezerra de Brito, e contou como testemunhas Félix Gomes Pequeno e Cipriano Galvão Júnior. Manoel Lopes Galvão, então capitão-mor, era filho legítimo de Cipriano Lopes Galvão e de Dona Vicência Lins de Vasconcelos; Ana de Araújo Pereira era filha legítima do sargento-mor Manoel de Medeiros Rocha e de Dona Ana de Araújo Pereira, sendo ambos os nubentes naturais e moradores da freguesia, tendo recebido as bênçãos nupciais segundo o ritual romano, conforme assento lavrado pelo pároco Francisco Xavier de Vasconcellos Maltez.
Vicente Pereira contraiu matrimônio com Joaquina Barbalho, filha de Antônio Barbalho de Araújo e de Maria Barbalho. Conforme o respectivo assento matrimonial, aos três dias do mês de setembro do ano de mil setecentos e noventa e oito, na Capela de Camaratuba, filial da matriz de Mamanguape, e após a publicação dos banhos canônicos, sem impedimento algum e mediante licença concedida, na presença do reverendo Antônio Álvares Delgado, celebraram matrimônio por palavras de presente Vicente Pereira, filho legítimo de Luiz Ferreira das Neves, já falecido, e de Cosma Pereira de Azevedo, com Joaquina Barbalho, filha legítima de Antônio Barbalho de Araújo e de dona Maria Barbalho. Ambos os nubentes eram naturais e moradores da referida freguesia e, logo após a celebração, receberam as bênçãos conforme o rito do Ritual Romano. Serviram como testemunhas Francisco Falcão e Gonçalo Soares, casados e moradores da mesma freguesia. Para constar, foi lavrado o presente termo, devidamente assinado por João Feijó de Brito.
Apolônia Maria de Jesus nasceu por volta de 1777 e contraiu matrimônio com Antônio Pereira Camelo. Conforme o assento matrimonial, aos dez dias do mês de abril de mil setecentos e noventa e seis, nesta matriz, cerca de uma hora após o meio-dia, e após a realização das diligências necessárias sem que se constatasse qualquer impedimento, mediante dispensa e mandado de casamento expedido pelo muito reverendo vigário-geral, na presença do reverendo coadjutor Ignácio Gonçalves Mello, e com licença concedida, bem como diante das testemunhas capitão-mor Manoel Gonçalves Mello e Joaquim Barbosa de Carvalho, receberam-se por legítimos esposos, segundo o rito tridentino, Antônio Pereira Camelo, filho legítimo de José Camelo Pereira e de sua mulher Margarida Freire de Araújo, com Apolônia Maria de Jesus, filha legítima de Gonçalo Correia da Silva e de sua esposa Isabel Maria de Jesus, sendo ambos naturais e moradores da referida freguesia. Concluída a cerimônia, foram-lhes concedidas as bênçãos conforme o rito da Santa Madre Igreja, lavrando-se o respectivo assento, assinado pelo cura José Antônio Caetano de Mesquita. Apolônia Maria de Jesus faleceu precocemente. Segundo o registro de óbito, aos vinte e dois dias do mês de novembro de mil setecentos e noventa e nove, nesta matriz, foi sepultada Apolônia Maria de Jesus, branca, casada com Antônio Pereira Camelo, falecida no dia vinte e um do mesmo mês e ano, aos vinte e dois anos de idade, tendo recebido apenas o sacramento da penitência, em razão da rapidez da enfermidade maligna que a acometeu. Foi envolta em hábito de São Francisco, encomendada pelo reverendo padre coadjutor Ignácio Gonçalves Mello e sepultada no corpo da igreja, das grades para baixo, conforme o assento lavrado e assinado pelo referido sacerdote. Antônio Pereira Camelo, viúvo em segundas núpcias de Catharina Maria, faleceu posteriormente. De acordo com o respectivo assento, aos dois dias do mês de março de mil oitocentos e trinta e cinco, foi sepultado no corpo da matriz o cadáver de Antônio Pereira Camelo, morador da freguesia, falecido de bexigas, com todos os sacramentos, aos setenta e quatro anos de idade. Seu corpo foi envolto em branco e solenemente encomendado pelo padre Ignácio Gonçalves Mello, mediante licença concedida, sendo o registro lavrado para perpetuar a memória do ocorrido.
Remígio Pereira, morador no Belo Monte, foi um dos últimos vaqueiros à moda antiga, exímio tanto no limpo quanto no campo. Nos anos quarenta deste século, ainda figurava entre os mais brilhantes ensaiadores. Foi casado com Maria Antônia, filha de Antônio Pereira de Araújo.
Francisco Alexandre, amplamente conhecido como Chiquinho Pereira do São Bento, contraiu matrimônio em três ocasiões distintas ao longo de sua vida. Em suas primeiras núpcias, uniu-se a Maria Alexandrina e, após a dissolução deste vínculo, celebrou seu segundo casamento com Luzia; ambas eram irmãs, filhas de José Lopes, da localidade de Marrecas. Por fim, em terceira união conjugal, Francisco Alexandre casou-se com Maria Batista, consolidando assim sua trajetória familiar e seus laços de parentesco na região.
Constância Maria de Jesus, registrada na tenra idade de sete anos no ano de 1828, despontou na história familiar como uma das faces da colonização do interior potiguar. Uniu-se pelos laços do matrimônio a Joaquim José da Silva, filho de Antônio José da Silva e Severina Pereira. O casal estabeleceu sua morada e seus domínios no Sítio Salgado, localizado no termo da Vila do Acari, onde constavam como residentes no ano de 1837. Naquela paisagem sertaneja, Constância exerceu seu papel de matrona e guardiã do lar até seu precoce passamento, ocorrido no dia 20 de julho de 1853. Sua existência, embora breve em comparação à de outros de sua estirpe, deixou raízes profundas naquela localidade, sendo sua memória preservada como parte do mosaico humano que deu vida ao Sítio Salgado e às adjacências da Vila do Acari, permanecendo in memoriam nos registros de óbitos e nas crônicas de sua descendência.
PEREIRA, Capitão-Mor Thomaz de Araújo (Primeiro). CAPITÃO-MOR DO REGIMENTO DE CAVALARIA DE ORDENANÇAS DA RIBERIA DO SERIDÓ fincou morada na Ribeira do Seridó nos idos de 1720. Ele é natural da Viana, Portugal, e Maria da Conceição de Mendonça, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Neves, da cidade da Paraíba. Seus filhos José de Araújo Pereira, Thomaz de Araújo Pereira (2º), João Damasceno Pereira, e outros. Estes, por sua vez, eram casados com as irmãs Thereza de Jesus Maria e Maria dos Santos Medeiros (filhas de Rodrigo de Medeiros Rocha, português da Ilha de São Miguel, nos Açores, e de Apolônia Barbosa de Araújo, filha de Pedro Ferreira das Neves e Custódia de Amorim Valcácer, outra filha de Thomaz(2º) e Thereza. Portanto Thomaz Lourenço e Maria Rosa eram primos legítimos. Thereza Maria José era casada com Manoel Rodrigues da Cruz. Por isso um dos filhos de Thomaz Lourenço e Maria Rosa tinha o mesmo nome do avô.
PEREIRA DE ARAÚJO, Maria José (1788 - 1858). Contraiu núpcias com Antônio Pereira de Araújo (1781 - 1851). Desse casal advém o clã "BEZERRA DE ARAÚJO DE GALVÃO", considerando ser genitora de Izabel Cândida (esposa de Cipriano Bezerra de Araújo Galvão) e progenitora do Cel. Silvino Bezerra de Araújo Galvão.
Ana Luísa da Encarnação, nascida em 1822 e falecida em 1877, era filha de Joaquim de Santana Pereira (1781–1854) e de Maria Thereza das Mercês (1786–1849), inserindo-se, assim, em uma linhagem familiar bem definida no contexto social e histórico do século XIX. Contraiu matrimônio com Antônio Pereira de Araújo, união da qual nasceu Maria Amância de Brito (1841–1899), sua única filha conhecida, perpetuando a descendência direta do casal. Pela linha materna, Ana Luísa da Encarnação tornou-se avó de Natália Augusta de Araújo (1869–1930), personagem de relevo na genealogia familiar, que veio a contrair segundas núpcias com o Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1849–1936), figura destacada de seu tempo. Assim, a sucessão geracional revela-se clara e contínua, de mater ad filiam et neptem, compondo um quadro genealógico coeso, no qual os vínculos de sangue e aliança se entrelaçam segundo os costumes e valores de sua época, sub specie historiae.
PEREIRA DE ARAÚJO, Antônio (1781/1851). Casou com MARIA JOSÉ DOS SANTOS MEDEIROS (1788/1858). Genitor de Isabel Cândida Pereira de Araújo (1819/1873) que ao casar-se com Cipriano Bezerra de Araújo Galvão (1809/1899) adotou o nome sobrenome deste. Genitor também de Ana Marcolina de Jesus, Pe. Tomaz Pereira de Araújo e outros. Irmão de João Damasceno Pereira de Araújo. E, avô do Cel. Silvino Bezerra de Araújo Galvão e tantos outros.
PEREIRA DE ARAÚJO, Joaquim. Nasceu em 1774, casado em primeira núpcias com JOSEFA FREIRE DE MEDEIROS, filha de Antônio Tavares dos Santos e Rita Maria da Conceição. Genitor de Joaquim Pereira de Araújo (Quincoló) mesmo homônimo. Em segunda núpcias casou com MARIA DOS SANTOS SILVA, filha do casal Antônio da Silva e Souza e Teresa Maria Rocha. Informa a tradição familiar que Maria dos Santos Silva era, na realidade, filha do terceiro Tomaz de Araújo Pereira, que a gerou em Teresa Maria Rocha, ao tempo em que a mesma ainda era solteira. Constatado o estado de gravidez de Teresa, fez-se o casamento da mesma com o velho português Antônio da Silva e Souza, já então viúvo de Dona Adriana de Holanda de Vasconcelos, aos 24 de junho de 1794. Nascendo a criança no mesmo ano, ou no princípio do seguinte, foi batizada sob a paternidade de Antônio da Silva e Souza.
PEREIRA DE ARAÚJO, Pe. Tomás (1809/1893). Filho de Antônio Pereira de Araújo e Maria José de Medeiros, neto paterno de João Damasceno Pereira e Maria dos Santos de Medeiros. Pela veia materna é neto de Tomás de Araújo Pereira e Tereza de Jesus. Irmão de Ana Marcolina de Jesus (Aninha do Ingá) e de Porphíria Alexandrina de Jesus (Esposa de Antônio Pires de Albuquerque Galvão Júnior) e outros. Idealizou e construiu a Igreja Matriz da cidade de Acari/RN. Foi Deputado Provincial por 4 (quatro) legislaturas. São filhos do Padre Tomaz Pereira de Araújo com: Maria Custódia do Amor Divino: Jesuína Maria de Jesus; Theodora Maria de Jesus. Filhos do Pe. Tomás com Joaquina Senhorinha da Conceição: Maria Senhoria da Conceição. Filhos do Pe. Tomás com Antônia Maria da Conceição: Manoel Maria de Santana; Maria Inácia da Guia; Ana Maria da Guia. Filhos do Pe. Tomás com a índia (cabloca) Margarida: Tereza Maria de Jesus; Maria Tereza de Jesus. 9 - Leonila Rosalina de Jesus (Nila) cuja data de nascimento é 31 de dezembro de 1874 e que veio para a Serra da Garganta em Florânea/RN. Filhos do Pe. Tomás com Escrava Paula: Lourença de Jesus.
ARAÚJO PEREIRA, Félix de (1818 /1905). Filho de Manoel de Araújo Pereira (1769/1820) e de Rita Maria da Encarnação, falecida em 1820. Irmão de José Matias de Araújo. Casado com Maria Suzana da Anunciação. Genitor de Manoel Gregório de Araújo, José Sancho de Araújo, Cândida das Mercês Araújo.
ANA MARCOLINA DE JESUS (1817/1900). Filha de Antônio de Araújo Pereira e Maria José de Medeiros, sendo, entrementes irmã de Tomaz Pereira de Araújo e outros. Casou-se com o Coronel Cipriano Lopes Galvão. Genitora de Porphíria Alexandrina de Jesus (primeira esposa do Tenente Coronel Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Terceiro). Também é genitora de Tereza Aureliana Bezerra de Medeiros Galvão e outros.
ANA LUISA DA ENCARNAÇÃO (1822/1877). Filha de Joaquim de Santana Pereira (1781/1854) e de Maria Thereza das Mercês (1786/1849). Esposa de Antônio Pereira de Araújo. Genitora de Maria Amância de Brito (1841/1899). Avó de Natália Augusta de Araújo (1869/1930) que foi a segunda esposa do Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1849/1936).
PEREIRA DE ARAÚJO, Fortunato (1825/). Foi o mais velho dentre os nove filhos de ANTONIO PEREIRA DE ARAÚJO e de ANNA PIRES DE MORAES.Casou-se com LUZIA EUGÊNIA DANTAS DE MORAES, filha de LUÍS JOSÉ DE MORAES DANTAS GOUVEIA e de MARIA SATURNINA ALVES ANTUNES. Foi pai de sete filhos e seis filhas. Teve pelo menos 22 netos e netas, 48 bisnetos e bisnetas, e 26 trisnetos e trisnetas: José Pereira de Araújo, nascido em 29 de Novembro de 1848, em Bragança Paulista. Foi batizado em 29 de Dezembro de 1848. Solteiro. Cassiano Pereira de Araújo, nascido por volta de 1850. Eugênia Pereira, nascida por volta de 1851. Casou-se com o português Antonio Braga. Após a morte de Antonio, Eugênia casou-se pela segunda vez com o Doutor Fernando de Albuquerque, nascido em Santos, SP. Sem filhos deste casamento. Eugênia faleceu em São Paulo.tonio foi por muitos anos negociante de ferragens em São Paulo, sócio da casa que mais tarde tornou-se a firma Peixoto, Estella & Comp. Luiza Braga, casada com Williams Lee, nascido em Porto Rico, filho de pais ingleses. Antonio Braga. Cesário Pereira de Araújo, nascido em 1852. Casou-se com Ernestina Rudge Ramos, nascida em 14 de Outubro de 1862, no Rio de Janeiro, RJ, filha do Doutor Ernesto Mariano da Silva Ramos e de Maria Amália Rudge. Plínio Ramos de Araújo. Plínio faleceu em 29 de Maio de 1919, em São Paulo, SP. Raul Ramos Pereira de Araújo, nascido em 1886, em São Paulo, SP. Casou-se em 4 de Junho de 1910, em São Paulo, SP, com Mariana Freitas Horta, filha de Francisco Alves da Cunha Horta Junior e de Maria Theresa de Freitas. Raul foi advogado. Maria Antonieta Horta de Araújo, nascida em 12 de Maio de 1912, em São Paulo, SP. Casou-se em 20 de Junho de 1933, em São Paulo, SP, com Felix Dabus, nascido em 18 de Dezembro de 1906, em Piraju, SP, filho de Raduan Dabus e de Salime Massif. Maria Antonieta faleceu em 10 de Janeiro de 2002, em São Paulo, SP. Félix foi engenheiro. Beatriz Horta de Araújo, Pelosini. Roberto de Araújo Pelosini. Fernando Ramos Pereira de Araújo, casado com Leonina Montanaro, filha de Cosimo Montanaro e de Marietta Melagori. Fernando foi advogado. Dirce Pereira de Araújo. Jorge Paulo Ramos de Araújo, nascido em 11 de Setembro de 1905, em São Paulo, SP. Casou-se em 21 de Dezembro de 1930, em São Paulo, SP, com Maria Helena Lins de Camargo, nascida em 8 de Maio de 1911, em São Paulo, SP, filha de Albino Alves de Camargo e de Anna Helena de Albuquerque Lins. Jorge foi médico. FLORINDA PEREIRA DE ARAÚJO, nascida por volta de 1854. Casou-se com o CORONEL OLEGÁRIO ERNESTO DA SILVA LEME, filho do CORONEL LUÍS MANOEL DA SILVA LEME e de CAROLINA EUFRÁSIA DE MORAES. Maria Luísa de Araújo, nascida em 20 de Abril de 1856. Solteira. Francisca Pereira de Araújo, nascida em 26 de Janeiro de 1859. Foi batizada em 21 de Fevereiro de 1859. Augusto Pereira de Araújo (Agostinho), nascido em 3 de Setembro de 1857, em Bragança Paulista. Foi batizado em 3 de Novembro de 1857. Solteiro.Luís Augusto Pereira de Araújo, nascido em 28 de Setembro de 1860, em Bragança Paulista. Foi batizado em 10 de Outubro de 1860. Casou-se em 1890 com Laura Milliet, nascida em 16 de Agosto de 1873, filha de Affonso Augusto Roberto Milliet e de Maria Carolina Louzada. Luís Augusto faleceu em 25 de Março de 1938, e Laura faleceu em 6 de Agosto de 1955. Paulo Pereira de Araújo, casado com Cláudia. Odette de Araújo, nascida em 1905, em São Paulo, SP. Casou-se com Felipe Rodrigues Siqueira Neto, nascido em 1901, em Bragança Paulista, filho de Arthur Rodrigues Siqueira e de Anna Theresa Cintra. Odette faleceu em 26 de Novembro de 1979, em Bragança Paulista, e Felipe faleceu em 1985. Gastão Rodrigues Siqueira, nascido em 1927, em São Paulo, SP. Casou-se com Glória Zita Galvão de Azevedo, filha de Antonio Candido Vicente de Azevedo e de Georgina Guedes Galvão. Gastão casou-se pela segunda vez, com Maria Regina Tosto. Gastão faleceu em 14 de Setembro de 2012, em Bragança Paulista. Felipe Azevedo Siqueira. Georgina Azevedo Siqueira. Rodrigues Siqueira, casado com F... Contenti, filha de Caetano Contenti e de Germina. F... Rodrigues Siqueira. Alice Pereira de Araújo, casada com Orlando Rangel. Tenente Timótheo Pereira de Araújo, nascido em 22 de Agosto de 1863, em Bragança Paulista. Foi batizado em 15 de Setembro de 1863. Casou-se com Olympia Leme, filha do Capitão Francisco Mariano da Silva Leme e de Libânia da Cunha. Timótheo faleceu após 1901. Libânia Pereira de Araújo, casada com Antonio Urioste, filho do Doutor Bráulio Timótheo Urioste e de Joanna Isabel de Moura Lacerda. Fortunato Pereira de Araújo. Fortunato faleceu antes de 1905. Anna Pereira de Araújo.
PEREIRA DE ARAÚJO, José (1823/). Bisneto de Thomaz de Araújo Pereira. Thomaz de Araújo Pereira e Hipólito de Sá Bezerra eram naturais da mesma Vila de Viana, Portugal.
PEREIRA DE ARAÚJO. Cel. Joaquim (1825/ 1889). Segundo o seu descendente Felipe Bumba ele era o coronel Quicoló. Além de comandante superior em Caicó, exerceu atividades políticas, dentre elas na Assembléia Provincial, como deputado no Rio Grande do Norte. Casou com GUILHERMINA HERMELINDA DE SOUZA NÓBREGA, filha de José Alves da Nóbrega e Leocádia Ferreira de Souza. Enviuvando, contraiu novas núpcias com TEODORA BEZERRA DE JESUS, viúva de Antônio Pereira de Araújo, irmão de Pe. Tomaz de Araújo Pereira.
PEREIRA, Cel. José Tomaz de Aquino (1839/1912). Comercializava tecidos e exercia a atividade agropecuária, sendo proprietário de fazendas e sítios. Religioso, caridoso e de comportamento simples. Autor do ditado "A velha do chapéu grande está chegando?", que na tradução popular significa: "A fome está chegando". Assistia a todos que lhe procurasse amparando nas necessidades mais prementes. Idealizador e bem feitor do Santuário do Sagrado Coração de Jesus. A igreja foi construída em estilo gótico nos interregno de 1888 a 1892, no ponto mais alto da cidade de Jardim do Seridó, Estado potiguar. Possui, em sua torre, um relógio clássico que é ponto turístico na região, contudo sem maiores divulgações.
PEREIRA DE ARAÚJO, Helena. Casou com Nicholas Charles Dumaresq (1842 - 1924), marinheiro desertor inglês. Dessa união adveio Nicolau, Jorge Ernest e Mary. Foram residir em Nova Cruz/RN por causa do novo trabalho do varão nas linhas ferroviárias.
PEREIRA DE ARAÚJO, Major Benvenuto (1860 - 1958). Filho de Thomaz de Araújo Pereira Júnior, o Thomaz Bengala. Esposo de Dona Ana Isabel de Medeiros Galvão, “Aninha”, filha de Laurentino Bezerra de Medeiros Galvão e Dona Teresa Ursulina de Jesus. Deste casal nasceram os seguintes filhos: Tomaz Pereira de Araújo, que se casou duas vezes, com duas filhas do Major Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão; Aproniano Pereira, que se casou com Mariinha Araújo, filha do Major Sérvulo; Artur Pereira de Araújo, Pedro Pereira de Araújo, que se casou com Auta Galvão, filha do Major Ladislau Galvão; Laurentino Pereira de Araújo, que se casou com Maria Pureza da Câmara; Abel Pereira de Araújo, que se casou com Maria Medeiros; Juventino Pereira de Araújo, que se casou com Auleta Galvão; Benvenuto Pereira Filho esposo de Auriceta Pereira Galvão; Antônio Pereira de Araújo, esposo de Dulce Coelho; Rainel Pereira de Araújo, casou com Aurina Pereira Galvão, filha do Major Ladislau; Ritinha Araújo esposa de Vivaldo Pereira de Araújo. Ananília Regina, que se casou com o Cel. Salustiano Gomes de Macedo, cujos filhos já estão relacionados na família Gomes.
PEREIRA DE ARAÚJO, Fortunato (1825/). Foi o mais velho dentre os nove filhos de ANTONIO PEREIRA DE ARAÚJO e de ANNA PIRES DE MORAES.Casou-se com LUZIA EUGÊNIA DANTAS DE MORAES, filha de LUÍS JOSÉ DE MORAES DANTAS GOUVEIA e de MARIA SATURNINA ALVES ANTUNES. Foi pai de sete filhos e seis filhas. Teve pelo menos 22 netos e netas, 48 bisnetos e bisnetas, e 26 trisnetos e trisnetas: José Pereira de Araújo, nascido em 29 de Novembro de 1848, em Bragança Paulista. Foi batizado em 29 de Dezembro de 1848. Solteiro. Cassiano Pereira de Araújo, nascido por volta de 1850. Eugênia Pereira, nascida por volta de 1851. Casou-se com o português Antonio Braga. Após a morte de Antonio, Eugênia casou-se pela segunda vez com o Doutor Fernando de Albuquerque, nascido em Santos, SP. Sem filhos deste casamento. Eugênia faleceu em São Paulo.tonio foi por muitos anos negociante de ferragens em São Paulo, sócio da casa que mais tarde tornou-se a firma Peixoto, Estella & Comp. Luiza Braga, casada com Williams Lee, nascido em Porto Rico, filho de pais ingleses. Antonio Braga. Cesário Pereira de Araújo, nascido em 1852. Casou-se com Ernestina Rudge Ramos, nascida em 14 de Outubro de 1862, no Rio de Janeiro, RJ, filha do Doutor Ernesto Mariano da Silva Ramos e de Maria Amália Rudge. Plínio Ramos de Araújo. Plínio faleceu em 29 de Maio de 1919, em São Paulo, SP. Raul Ramos Pereira de Araújo, nascido em 1886, em São Paulo, SP. Casou-se em 4 de Junho de 1910, em São Paulo, SP, com Mariana Freitas Horta, filha de Francisco Alves da Cunha Horta Junior e de Maria Theresa de Freitas. Raul foi advogado. Maria Antonieta Horta de Araújo, nascida em 12 de Maio de 1912, em São Paulo, SP. Casou-se em 20 de Junho de 1933, em São Paulo, SP, com Felix Dabus, nascido em 18 de Dezembro de 1906, em Piraju, SP, filho de Raduan Dabus e de Salime Massif. Maria Antonieta faleceu em 10 de Janeiro de 2002, em São Paulo, SP. Félix foi engenheiro. Beatriz Horta de Araújo, Pelosini. Roberto de Araújo Pelosini. Fernando Ramos Pereira de Araújo, casado com Leonina Montanaro, filha de Cosimo Montanaro e de Marietta Melagori. Fernando foi advogado. Dirce Pereira de Araújo. Jorge Paulo Ramos de Araújo, nascido em 11 de Setembro de 1905, em São Paulo, SP. Casou-se em 21 de Dezembro de 1930, em São Paulo, SP, com Maria Helena Lins de Camargo, nascida em 8 de Maio de 1911, em São Paulo, SP, filha de Albino Alves de Camargo e de Anna Helena de Albuquerque Lins. Jorge foi médico. FLORINDA PEREIRA DE ARAÚJO, nascida por volta de 1854. Casou-se com o CORONEL OLEGÁRIO ERNESTO DA SILVA LEME, filho do CORONEL LUÍS MANOEL DA SILVA LEME e de CAROLINA EUFRÁSIA DE MORAES. Maria Luísa de Araújo, nascida em 20 de Abril de 1856. Solteira. Francisca Pereira de Araújo, nascida em 26 de Janeiro de 1859. Foi batizada em 21 de Fevereiro de 1859. Augusto Pereira de Araújo (Agostinho), nascido em 3 de Setembro de 1857, em Bragança Paulista. Foi batizado em 3 de Novembro de 1857. Solteiro.Luís Augusto Pereira de Araújo, nascido em 28 de Setembro de 1860, em Bragança Paulista. Foi batizado em 10 de Outubro de 1860. Casou-se em 1890 com Laura Milliet, nascida em 16 de Agosto de 1873, filha de Affonso Augusto Roberto Milliet e de Maria Carolina Louzada. Luís Augusto faleceu em 25 de Março de 1938, e Laura faleceu em 6 de Agosto de 1955. Paulo Pereira de Araújo, casado com Cláudia. Odette de Araújo, nascida em 1905, em São Paulo, SP. Casou-se com Felipe Rodrigues Siqueira Neto, nascido em 1901, em Bragança Paulista, filho de Arthur Rodrigues Siqueira e de Anna Theresa Cintra. Odette faleceu em 26 de Novembro de 1979, em Bragança Paulista, e Felipe faleceu em 1985. Gastão Rodrigues Siqueira, nascido em 1927, em São Paulo, SP. Casou-se com Glória Zita Galvão de Azevedo, filha de Antonio Candido Vicente de Azevedo e de Georgina Guedes Galvão. Gastão casou-se pela segunda vez, com Maria Regina Tosto. Gastão faleceu em 14 de Setembro de 2012, em Bragança Paulista. Felipe Azevedo Siqueira. Georgina Azevedo Siqueira. Rodrigues Siqueira, casado com F... Contenti, filha de Caetano Contenti e de Germina. F... Rodrigues Siqueira. Alice Pereira de Araújo, casada com Orlando Rangel. Tenente Timótheo Pereira de Araújo, nascido em 22 de Agosto de 1863, em Bragança Paulista. Foi batizado em 15 de Setembro de 1863. Casou-se com Olympia Leme, filha do Capitão Francisco Mariano da Silva Leme e de Libânia da Cunha. Timótheo faleceu após 1901. Libânia Pereira de Araújo, casada com Antonio Urioste, filho do Doutor Bráulio Timótheo Urioste e de Joanna Isabel de Moura Lacerda. Fortunato Pereira de Araújo. Fortunato faleceu antes de 1905. Anna Pereira de Araújo.
PEREIRA DE ARAÚJO, José (1823/). Bisneto de Thomaz de Araújo Pereira. Thomaz de Araújo Pereira e Hipólito de Sá Bezerra eram naturais da mesma Vila de Viana, Portugal.
PEREIRA DE ARAÚJO. Cel. Joaquim (1825/ 1889). Segundo o seu descendente Felipe Bumba ele era o coronel Quicoló. Além de comandante superior em Caicó, exerceu atividades políticas, dentre elas na Assembléia Provincial, como deputado no Rio Grande do Norte. Casou com GUILHERMINA HERMELINDA DE SOUZA NÓBREGA, filha de José Alves da Nóbrega e Leocádia Ferreira de Souza. Enviuvando, contraiu novas núpcias com TEODORA BEZERRA DE JESUS, viúva de Antônio Pereira de Araújo, irmão de Pe. Tomaz de Araújo Pereira.
PEREIRA DE ARAÚJO, Cel. José Sancho (1858 - 1920). Filho de Félix de Araújo Pereira (Félix dos Garrotes). Irmão de Manoel Gregório de Araújo. Genitor de Napoleão Antão Pereira de Brito.
PEREIRA, Joaquim da Virgem (1864 - 1932). Filho de Félix de Araújo Pereira (Félix do Garrotes) e de Maria Suzana da Anunciação. Casou a primeira vez com a sua prima Mônica Maria da Ressurreição de Brito (irmã do padre José Modesto Pereira de Brito). Em segunda núpcias com Cipriana Bezerra de Araújo (filha de Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão e Josepha Bezerra de Jesus.
PEREIRA DE ARAÚJO, Antônio (1869/1933). Filho de Antônio Pereira de Araújo (1848–1904 e de Cândida Rosália Viterbo (1848–1904). Irmão de Manoel Petronilo Pereira de Araújo (1867/1954), antigo proprietário da Fazenda Soledade, município de Acari/RN e de Cipriano Pereira Pereira de Araújo (1871/1944) ex prefeito de Acari/RN. Tio de Terezinha Pereira Galvão (1928/2002). Genitor de Joanna Leopoldina de Araújo (1903/1963).
PEREIRA DE ARAÚJO, Hermógenes (1884 - 1954). Filho de José Sancho Pereira de Araújo, sendo neto de Félix Pereira de Araújo (Félix dos Garrotes). Maria Eusébia da Assunção Brito (filha do Padre Brito Guerra) era a genitora de Hermógenes Pereira de Araújo.
PEREIRA DE ARAÚJO, Vicência Otília (1885- 1945). Genitora de Jayme Pereira de Araújo. Irmã de Leonila Sérvula de Araújo.
PEREIRA DA SILVA, Sebastião (1889 - 1964). Filho do casal Antônio Pereira da Silva e Francisca Maria da Conceição era o filho mais novo dos dez legítimos. Sobrinho-neto do fundador de Acari/RN, Manoel Esteves de Andrade.
PEREIRA DE ARAÚJO, Cel. José Sancho (1858 - 1920). Filho de Félix de Araújo Pereira (Félix dos Garrotes). Irmão de Manoel Gregório de Araújo. Genitor de Napoleão Antão Pereira de Brito.
PEREIRA, Joaquim da Virgem (1864 - 1932). Filho de Félix de Araújo Pereira (Félix do Garrotes) e de Maria Suzana da Anunciação. Casou a primeira vez com a sua prima Mônica Maria da Ressurreição de Brito (irmã do padre José Modesto Pereira de Brito). Em segunda núpcias com Cipriana Bezerra de Araújo (filha de Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão e Josepha Bezerra de Jesus.
PEREIRA DE ARAÚJO, Antônio (1869/1933). Filho de Antônio Pereira de Araújo (1848–1904 e de Cândida Rosália Viterbo (1848–1904). Irmão de Manoel Petronilo Pereira de Araújo (1867/1954), antigo proprietário da Fazenda Soledade, município de Acari/RN e de Cipriano Pereira Pereira de Araújo (1871/1944) ex prefeito de Acari/RN. Tio de Terezinha Pereira Galvão (1928/2002). Genitor de Joanna Leopoldina de Araújo (1903/1963).
PEREIRA DE ARAÚJO, Hermógenes (1884 - 1954). Filho de José Sancho Pereira de Araújo, sendo neto de Félix Pereira de Araújo (Félix dos Garrotes). Maria Eusébia da Assunção Brito (filha do Padre Brito Guerra) era a genitora de Hermógenes Pereira de Araújo.
PEREIRA DE ARAÚJO, Vicência Otília (1885- 1945). Genitora de Jayme Pereira de Araújo. Irmã de Leonila Sérvula de Araújo.
PEREIRA DA SILVA, Sebastião (1889 - 1964). Filho do casal Antônio Pereira da Silva e Francisca Maria da Conceição era o filho mais novo dos dez legítimos. Sobrinho-neto do fundador de Acari/RN, Manoel Esteves de Andrade.
PEREIRA, Agostinho Cassiano (1896 - 1984). Filho de SEBASTIÃO CASSIANO PEREIRA DE ARAÚJO e de HENRIQUETA LEOPOLDINA DO ESPÍRITO SANTO. Esposo de Ana Santana Pereira. Genitor de Manoel Pereira da Silva, Manoel Vermelho do Sítio Saco dos Pereira (1933/2017), Inês Amerinda da Silva e outros.
PEREIRA DE ARAÚJO, Aproniano (1889 - 1960). Nasceu em Currais Novos/RN, sendo filho de Benvenuto Pereira de Araújo e de Izabel de Medeiros Galvão. Avós paternos: Thomaz Pereira de Araújo e Rita da Câmara Ferreira. Avós maternos: Laurentino Bezerra de Medeiros Galvão e Tereza Ursulina de Jesus. Casou-se com Maria Augusta Pereira de Araújo (nome de casada), Maria Augusta Pires Galvão (nome de solteira). Filha do Major Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão herdou grande parcela de terra onde hoje está localizado o bairro 'Paizinho Maria' em Currais Novos/RN. Entretanto, além de Fazendeira foi Política. O casal gerou: Rodolfo Pereira de Araújo, Rubens Pereira de Araújo, Rosildo Pereira de Araújo, Almira Pereira de Araújo, Alba Pereira de Araújo e Radir Pereira de Araújo. Juntamente com Ladislau Galvão, Aproniano iniciou a loja 'A SERTANEJA'.PEREIRA, Sérvulo Leodegário (1900 - 1935). Filho de Antônio Pereira de Araújo e de Tereza Pires de Albuquerque. Irmão de Manoel Petronillo Pereira de Araújo, Félix Pereira de Araújo (Tio Félix), Sérvula Escolástica Pereira de Araújo, Cipriano Pereira de Araújo e outros. Esposo de Francisca Pires Galvão. Dessa união gerou: Amélia Pires Pereira, Maria Beatriz Pires Pereira (genitora de Adaltiva Medeiros), José Leodegário Pires Pereira (Zé Pires), Júlia Pires Pereira (genitora de Valdir Pires, economista e ex-prefeito de Dr. Severiano). Outra figura emblemática que partiu num ano turbulento desencadeado pela inditosa ditadura Vargas.
PEREIRA DE ARAÚJO, Rainel (1903/1982). Filho do Major Benvenuto Pereira de Araújo (1860/1958) e de Ana Isabel Pereira de Araújo (1864/1911). Contraiu matrimônio com Aurina Galvão em 1930.
ARAÚJO, Antônio Pereira de (1905 - 1971)
ARAÚJO, João Pereira de (1905 - 1982). Esposo de Raquel de Araújo Cananéa.
PEREIRA DE ARAÚJO, Félix (1906 - 1974). Irmão de Maria Suzana Pereira de Araújo (Maria Suzana Pires Galvão) nome de casada.
Teresa de Jesus Maria nasceu por volta de 1742, conforme se depreende do fato de haver falecido aos noventa e dois anos de idade, em 14 de janeiro de 1835. Segundo o respectivo assento de óbito, nessa data foi sepultado, na Capela de Acari, filial da matriz, o cadáver de Teresa de Jesus Maria, viúva do sargento-mor Thomaz de Araújo Pereira, moradora da freguesia do Seridó, falecida em decorrência de uma sonolência, tendo recebido todos os sacramentos. Foi envolta em hábito branco e solenemente encomendada pelo padre Manoel Cassiano da Costa Pereira, mediante licença concedida, sendo o registro lavrado e assinado por Manoel José Fernandes, vice-vigário do Seridó. Teresa de Jesus Maria foi casada com Tomaz de Araújo Pereira, filho de Tomaz de Araújo Pereira e de Maria da Conceição de Mendonça. A descendência do casal encontra-se registrada no capítulo dedicado aos descendentes de Tomaz de Araújo Pereira, da Fazenda de São Pedro, onde figuram os filhos havidos dessa união.
PEREIRA DE ARAÚJO, Dr. Sérvulo (1909/). Nasceu no dia 27 de novembro de 1909 e faleceu no dia 14 de agosto de 1978. Era filho de Joaquim Félix de Araújo. Era natural de Acari e veio morar na Fazenda Cauassu logo na infância. Anos mais tarde casou-se com Cândida Medeiros de Araújo. Dessa união nasceram onze filhos, sendo sete homens e quatro mulheres. Era formado em Direito. Prefeito do município de Acari/RN nos períodos que compreendem 14/04/1945 a 17/11/1945; 24/02/1946 a 04/01/1947 e 22/01/1948 a 04/04/1948. Indicado para ser prefeito de Cruzeta por Cônego Ambrósio, e nomeado pelo Governador do Estado do RN, Dr. Sílvio Pedrosa. Exerceu seu mandato de 01 de janeiro de 1954 a 31 de janeiro de 1955. Anos depois, mudou-se para Natal e foi trabalhar na Assembléia Legislativa. Candidatou-se a Deputado Estadual e foi eleito, mas não quis tomar posse. Foi ainda Delegado da Ordem Social em Natal-RN.
ARÁUJO, Maria do Céu Pereira (1910/2001). Nasceu em Currais Novos/RN. Filha de Vivaldo Pereira de Araújo e de Olindina Cortez. Casou com o Deputado Federal Aristófanes Fernandes. Genitora de Paulo de Tarso Fernandes e outro. Foi a primeira mulher a ocupar o cargo de deputada na Assembleia Legislativa do RN, e por extensão, também a primeira deputada estadual mulher no Brasil. Eleita com 12.058 votos, teve seu mandato cassado em 1937, por discordância das ideias totalitárias e ditatoriais durante o Estado Novo do populista demagogo Getúlio Vargas. Irmã do Dr. José Cortez Pereira de Araújo, que posteriormente foi governador do Rio Grande do Norte entre 1971 a 1975.
PEREIRA DE ARAÚJO, Carlos (1912 - 1983). Genitor de Luís Augusto Pereira de Araújo.
INÁCIO PEREIRA DE ARAÚJO, Inácio (1913/1996). Irmão de Laurentino Pereira de Araújo.
PEREIRA NETTO, Dr. Joaquim da Virgem (1913 - 1963). Filho de José Estêvão de Araújo (1890/) e Isabel Estelita de Araújo (1892/). Irmão de Mônica Maria de Brito (Sol. de Araújo) e mais outros quatro irmãos. Joaquim casou com Isabel Amorim das Virgens (Sol. Brito de Amorim). Isabel nasceu em 19 de Julho de 1917. Eles tiveram sete filhos: Petit das Virgens Araújo; Eliane Frassinetti de Oliveira (Sol. Amorim das Virgens de Oliveira) e mais cinco filhos.PEREIRA DE ARAÚJO, Sérvulo (1912 - 1952). Genitor de Clotilde Pereira. Sérvulo Pereira foi o primeiro prefeito constitucional de Cerro Corá, eleito em 3 de outubro de 1954 pelo extinto partido União Democrática Nacional (UDN), tendo como vice-prefeito José Justiniano de Melo, cargo que voltou a exercer na segunda metade dos anos 60.
PEREIRA DE ARAÚJO, Rubens (1915 - 1987). Irmão de Rodolfo Pereira de Araújo.
Manoel Rufino Pereira, residente na Fazenda Samanau, foi casado com Maria Rufina de Araújo, união da qual proveio uma descendência marcada por trajetórias singulares no âmbito familiar, religioso, profissional e social do Seridó. A primogênita, Francisca dos Anjos Costa, contraiu matrimônio com Raimundo Silvino Costa, conhecido por Raimundinho, viúvo de Izidora Izaura da Costa. Julieta Pereira dos Anjos seguiu a vida religiosa, adotando o nome de Irmã Irene na ordem à qual passou a pertencer. Marieta Pereira dos Anjos faleceu solteira.
José Rufino Pereira, conhecido no meio familiar e escolar pelo apelido de Zé Bobó, nasceu na Fazenda Samanau a 16 de julho de 1923. Concluiu o curso primário no Grupo Escolar Senador Guerra, feito incomum para um jovem oriundo da zona rural naquele período. Tornou-se fazendeiro e era notório por seu espírito jovial e brincalhão, tendo provocado, não raro, o bom humor e também a irritação de amigos e colegas. Teve como principais mestras Ana Gertrudes, Maria Leonor Monteiro e a professora Enedina. Casou-se com Maria das Dores Pereira, conhecida por Dasdores, filha de João Paulo Pereira, o João Vicente, e de sua primeira esposa, Maria Suzana Galvão Pereira. O casal fixou residência em Caicó, sendo ele amplamente conhecido como José Rufino, enquanto o epíteto Zé Bobó permaneceu ligado à sua vida escolar.
Severina Pereira dos Anjos, chamada Pretinha, foi casada com Milton Gurgel Praxedes do Amaral, homem dedicado às pregações religiosas, filho de Daniel Gurgel do Amaral e Francisca das Chagas Gurgel. Os gêmeos Geraldino e Geraldo nasceram no ano de 1932, vindo Geraldino a falecer no mesmo ano. Geraldo Rufino de Araújo, também nascido em 1932, formou-se em Medicina pela Escola de Medicina de Pernambuco e exerceu a profissão na cidade de Currais Novos. Casou-se, em Caicó, com Adélia Rocha Diniz, conhecida por Aileda, filha de João Aurélio Diniz e Adélia Alves de Araújo Rocha, completando-se, assim, o quadro genealógico conhecido deste casal, cuja descendência se integrou de modo expressivo à vida social, cultural e profissional do Rio Grande do Norte.
José Vicenthe Pereira, natural da freguesia de São José e São Lázaro, pertencente ao Arcebispado de Braga, filho de José Soares e de Catarina Tereza, contraiu matrimônio a 23 de novembro de 1807, na Matriz do Seridó, com Ignácia Joaquina da Conceição, então com vinte e seis anos de idade, viúva de João Goes de Mendonça. Da referida união houve descendência.
Comentários
Postar um comentário